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Ministros do STF dão 48 h para tribunais explicarem salários de até R$ 495 mil para magistrados

Moraes e Dino determinaram medida, sob pena de afastamento do cargo dos dirigentes das cortes e de eventual responsabilização penal

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alexandre de Moraes, do STF, deu 48 horas para tribunais explicarem folhas de pagamento de 2026.
  • Tribunais teriam desrespeitado decisão do STF de março de 2026 sobre limitações de pagamentos.
  • Denúncias indicam salários de até R$ 495 mil para juízes, burlando parâmetros constitucionais.
  • Tribunais devem discriminar valores pagos como salário e verbas indenizatórias, sob pena de afastamento e responsabilização.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Determinações de Moraes e Dino tiveram como base notícias sobre suposto descumprimento de decisão Montagem: Rosinei Coutinho/STF – 22.10.2025; e Rosinei Coutinho/STF – 01.07.2026

Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinaram que os presidentes de sete tribunais de Justiça do país enviem, em até 48 horas, explicações sobre as folhas de pagamento de magistrados referentes aos meses de abril, maio, junho e julho deste ano.

As decisões tiveram como base notícias que apontaram um suposto desrespeito, por parte de diversos tribunais estaduais, à decisão do STF do último dia 25 de março. Na data, a Suprema Corte limitou o pagamento de penduricalhos e verbas indenizatórias para juízes e desembargadores.


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Ainda segundo as informações divulgadas pela imprensa, as cortes locais teriam burlado parâmetros constitucionais para autorizar os pagamentos de supersalários — com alguns que alcançaram impressionantes R$ 495 mil.

Caso não atendam às medidas impostas, os dirigentes dos tribunais de Justiça estarão sujeitos a afastamento imediato dos respectivos cargos, bem como a responsabilização penal, civil e disciplinar.


As cortes que foram alvo da determinação são as do Distrito Federal, de Goiás, do Maranhão, do Paraná, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte e de Rondônia.

Ainda segundo as decisões, os tribunais precisarão detalhar os valores exatos e as verbas pagas a cada magistrado. A prestação de contas também deverá separar, de forma objetiva, o que foi pago como remuneração, o salário, e o que se trata de verba indenizatória, os “penduricalhos”.

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