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Moraes dá prazo de 15 dias para a defesa de Eduardo Bolsonaro apresentar alegações finais

Denúncia da PGR acusa o ex-deputado de tentar, nos EUA, pressionar autoridades brasileiras visando alterar o julgamento de Jair Bolsonaro

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Alexandre de Moraes concede 15 dias para defesa de Eduardo Bolsonaro se manifestar.
  • A PGR acusa o ex-deputado de tentar pressionar autoridades nos EUA para alterar julgamentos.
  • Eduardo Bolsonaro não compareceu ao interrogatório por videoconferência em abril.
  • A Câmara dos Deputados cassou seu mandato por excesso de faltas nas sessões.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em 14 de abril, Eduardo Bolsonaro faltou ao interrogatório marcado por Alexandre de Moraes Câmara dos Deputados/Arquivo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu um prazo de 15 dias para que a defesa do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro apresente alegações finais na ação penal em que ele é réu por coação.

Alegações finais são a última manifestação das partes em um processo, ocorrendo após a produção de provas e antes da decisão final — é como uma última defesa.


No último dia 14 de abril, Eduardo Bolsonaro faltou ao interrogatório por videoconferência, que havia sido marcado pelo próprio Moraes.

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A denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da União) acusa o ex-deputado de tentar, nos EUA, pressionar autoridades brasileiras visando alterar o julgamento do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.


Em novembro do ano passado, por unanimidade, o STF aceitou a denúncia da PGR no inquérito. A investigação aponta que o ex-parlamentar teria articulado com a equipe do presidente dos EUA, Donald Trump, para promover o tarifaço sobre produtos brasileiros, além de suspender vistos de integrantes do governo federal e de magistrados do STF.

Mandato cassado

Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. No fim do ano passado, a Mesa Diretora da Câmara decidiu cassar seu mandato por excesso de faltas.


A medida foi fundamentada no dispositivo constitucional que proíbe parlamentares de faltarem a mais de 1/3 das sessões deliberativas anuais.

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