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PF pede prisão preventiva de MCs Ryan e Poze após STJ determinar a soltura dos cantores

Nesta quinta, o ministro Messod Azulay Neto mencionou ‘flagrante de ilegalidade’ para soltar os suspeitos de lavagem de dinheiro

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polícia Federal solicita prisão preventiva dos cantores MC Ryan e MC Poze por lavagem de dinheiro.
  • Pedido vem após o ministro do STJ determinar a soltura dos investigados por "flagrante de ilegalidade".
  • Investigação revela vínculos de uma organização criminosa que movimenta grandes quantias financeiras e criptoativos.
  • Grupo, preso na Operação Narco Fluxo, é suspeito de ligações com apostas ilegais e tráfico internacional de drogas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

MC Poze, MC Ryan SP e criador da 'Choquei' foram presos no último dia 15 durante operação da PF Montagem/Redes Sociais

A Polícia Federal pediu nesta quinta-feira (23) a prisão preventiva dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além de Raphael Sousa Oliveira, dono da página “Choquei”, e de outros investigados por envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.

O pedido ocorre logo após o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Messod Azulay Neto determinar a soltura por entender que houve “flagrante de ilegalidade”.


Segundo a corporação, ainda estão ocorrendo as análises dos inúmeros materiais apreendidos com os investigados, como dispositivos eletrônicos e documentos diversos.

“Os exames vêm confirmando, de forma paulatina e progressiva, os vínculos de diversos investigados com a prática reiterada da constituição de uma associação criminosa estruturada, voltada à movimentação de grandes quantias em espécie, transferências bancárias e de criptoativos, tanto no território nacional quanto no exterior, visando à lavagem de capitais”, disse a PF.


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Para a corporação, “o cenário atual revela momento sensível e crítico da investigação, no qual se concentram diligências de elevada complexidade técnica, especialmente relacionadas à extração e consequente análise de dados telemáticos e financeiros relacionados com todos os investigados”.

Os investigados foram presos no último dia 15 no âmbito da Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal. O grupo é suspeito de integrar uma organização criminosa altamente estruturada, voltada à lavagem de dinheiro em larga escala, com base principalmente na exploração de apostas ilegais e rifas digitais, além de possíveis conexões com o tráfico internacional de cocaína.

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