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Polícia Civil abre apuração sobre Bolsonaro por vincular Lula a regime de ex-ditador da Síria

Polícia Civil do DF cuida do caso; Bolsonaro teria associado Lula ao regime de Bashar Al Assad, ex-ditador da Síria

Brasília|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Policia Civil do DF abriu apuração contra Jair Bolsonaro por crime contra a honra de Lula.
  • Bolsonaro teria vinculado Lula ao regime de Bashar Al Assad através de uma imagem em aplicativo de mensagens.
  • A denúncia foi originalmente encaminhada ao Ministério Público Federal e, após análise, passou para a Polícia Civil.
  • Bolsonaro está em prisão domiciliar e enfrenta outras acusações no STF relacionadas a tentativas de golpe após as eleições de 2022.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro será investigado pela Polícia Civil do DF Kayo Magalhães/Enquadrar/Estadão Conteúdo - 29/07/2025

A Polícia Civil do Distrito Federal abriu uma apuração sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para verificar se ele cometeu crime contra a honra do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por supostamente ter veiculado, por um aplicativo de mensagens, uma imagem vinculando Lula ao regime de Bashar Al Assad, ex-ditador da Síria, associando-o a execuções de pessoas LGBTQIA+.

Inicialmente o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que pediu a abertura de inquérito na Polícia Federal, em ofício enviado no dia 7 de julho. Mas a PF analisou as informações e entendeu que o caso seria de competência estadual. O Ministério Público também opinou nesse sentido. Por isso, a apuração foi enviada à Polícia Civil do Distrito Federal, que ficará com o caso.

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A apuração começou a partir de uma denúncia apresentada ao Ministério Público Federal, que encaminhou o caso à Justiça Federal. Provocado sobre os fatos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública decidiu enviar uma representação à Polícia Federal solicitando a abertura de inquérito.

Por se tratar de um crime contra a honra, era necessário ter a autorização de algum representante do ofendido, no caso o presidente Lula, para prosseguir com a abertura de investigação. O inquérito deve verificar se a conduta configura outros crimes, já que a informação divulgada era falsa.

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Como os fatos são posteriores ao mandato de Bolsonaro como presidente da República, essa investigação deve tramitar na primeira instância.

Prisão domiciliar

Bolsonaro atualmente cumpre prisão domiciliar e é réu em uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) sob suspeita de ter tentado realizar um golpe de Estado após perder as eleições de 2022.

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Quando determinou a prisão domiciliar do ex-presidente, no último dia 4 de agosto, o ministro Alexandre de Moraes também proibiu Bolsonaro de usar telefones celulares e redes sociais.

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