Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Secretários de Fazenda discutem nesta sexta proposta do governo para reduzir custo do diesel

Proposta de subsídio ao diesel será analisada após estados resistirem a zerar o ICMS

Brasília|Clarissa Lemgruber, do R7, em Brasília

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Secretários de Fazenda discutem proposta do governo para reduzir custo do diesel.
  • Nova estratégia prevê subvenção de R$ 1,20 por litro, dividida entre União e estados.
  • Medida é emergencial e deve valer até 31 de maio, com impacto fiscal de R$ 3 bilhões.
  • Esperada resposta dos secretários na reunião do Confaz após resistências sobre a zeragem do ICMS.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Liderada por Dario Durigan, Fazenda estima que impacto fiscal da medida é de R$ 3 bilhões Washington Costa/MF - 24.03.2026

Os secretários de Fazenda dos estados vão discutir nesta sexta-feira (27) a proposta do governo federal de redução de custos do diesel, em reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária, em São Paulo. O tema deve ser deliberado com a participação de integrantes do governo, após ter sido debatido previamente entre os estados nesta quinta-feira (26).

A reunião desta quinta foi restrita aos secretários estaduais e serviu para alinhar posições e avaliar os impactos da proposta. A discussão agora avança para o Confaz, colegiado que reúne também representantes do Ministério da Fazenda e tem poder de deliberação sobre medidas fiscais.


A equipe econômica apresentou uma nova proposta aos estados para conter a alta do diesel após resistência dos governadores em zerar o ICMS sobre a importação do combustível. A alternativa prevê uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado, dividida igualmente entre União e estados, com R$ 0,60 pagos por cada parte.

Leia mais

Segundo o Ministério da Fazenda, a medida tem caráter emergencial e deve valer até 31 de maio, com impacto fiscal estimado em R$ 3 bilhões no período. A proposta foi apresentada como uma forma de reduzir o preço do combustível de maneira mais rápida, sem exigir renúncia direta de arrecadação por parte dos estados.


O governo espera uma resposta dos secretários nesta sexta, durante a reunião do Confaz. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, os ganhos de receitas dos estados produtores de petróleo com a alta do combustível ajudará a compensar o impacto da subvenção.

“Tudo que já foi anunciado pelo governo federal está valendo, segue igual. O que estamos fazendo é outra frente agora, para que não seja necessária apenas a renúncia fiscal pelos estados. Aliás, existem estados que vão ganhar mais na arrecadação com esse aumento nos preços do petróleo, o que acaba compensando”, afirmou.


Mudança de estratégia

A nova estratégia surge após a rejeição, por parte dos governadores, da proposta inicial que previa zerar o ICMS sobre o diesel importado.

A iniciativa se soma a outras ações já anunciadas para conter a alta dos combustíveis, em um cenário de pressão internacional sobre os preços do petróleo.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.