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STF deve exigir devolução integral de valores para validar delação de Vorcaro

O R7 apurou que celulares ainda passam por perícia e que, após essa análise, começa a negociação

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • STF condiciona homologação da delação premiada de Daniel Vorcaro à devolução integral dos valores desviados.
  • Ressarcimento total é visto como condição inegociável pelo tribunal devido ao esquema fraudulento.
  • Ainda não foi estabelecido o valor a ser devolvido, e a defesa aguarda reuniões com a Polícia Federal e a PGR.
  • Vorcaro deve fornecer informações concretas para avançar nas investigações e na negociação do acordo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Defesa de Vorcaro apresentou proposta de delação e aguarda reuniões com PF e PGR Divulgação/Esfera Brasil

Com a apresentação da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, o STF (Supremo Tribunal Federal) apenas deve homologar o acordo se o documento prever a devolução integral dos valores desviados pelo banqueiro no curso das fraudes envolvendo o Banco Master.

Segundo interlocutores do STF ouvidos pelo R7, o ressarcimento total de recursos provenientes de corrupção é condição inegociável para que a Justiça valide o acordo.


O entendimento é o seguinte: como Vorcaro é investigado por participar de um esquema fraudulento contra o sistema financeiro, espera-se a devolução do dinheiro desviado.

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Na proposta de acordo apresentada pela defesa do banqueiro, ainda não foi estipulado qual valor deve ser devolvido. Por enquanto, os advogados apenas formularam um conjunto de fatos.


A defesa dele já entregou uma proposta e agora aguarda reuniões com a Polícia Federal e a PGR (Procuradoria-Geral da República) para os próximos dias.

Esse passo é fundamental para definir os benefícios da colaboração e o montante a ser devolvido aos cofres públicos, dependendo exclusivamente do aval de ambas as instituições para seguir adiante.


O R7 apurou que celulares ainda passam por perícia e que, após essa análise, começa a negociação dos termos do acordo.

Vorcaro também terá de oferecer informações verdadeiras e verificáveis, capazes de contribuir concretamente para o avanço das investigações — não bastará, nesse caso, fornecer apenas relatos genéricos.


Depois disso, haverá a etapa para tomada de depoimentos e assinatura do acordo. Se acharem que as informações fornecidas não são suficientes, a PF e a PGR podem rejeitar a proposta ou pedir dados complementares.

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