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Venda de alimentos no DF cai 15,8% em relação a 2020

Vendas do varejo no DF continuam abaixo do período de pré-pandemia, com destaques para quedas em móveis e alimentos

Brasília|Alan Rios, do R7, em Brasília

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Brasilienses compraram menos alimentos em julho de 2021 do que em julho de 2020
Brasilienses compraram menos alimentos em julho de 2021 do que em julho de 2020

A venda de alimentos no Distrito Federal caiu 15,8% em julho de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado. O segmento alimentício se junta a outros grupos, como móveis, eletrodomésticos e combustíveis, que tiveram queda de consumo. Os dados são de um estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado nesta sexta-feira (10).

Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), “o volume de vendas do comércio varejista no Distrito Federal registrou recuo de 1,5% em julho de 2021, frente a junho, com outras seis Unidades da Federação que registraram quedas neste indicador mensal com ajuste sazonal”.


Os resultados deixam o varejo no DF em um nível abaixo do patamar de vendas de antes da pandemia, em fevereiro de 2020. Já em relação a julho de 2020, o volume de vendas na capital caiu 4,2%, primeiro resultado negativo após três altas consecutivas desse indicador na série sem ajuste sazonal.

A variação acumulada de 12 meses, na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores, registrou queda de 1,6% e deixou o DF com a segunda menor taxa do país neste indicador.


No mês de julho deste ano, a capital teve redução de volumes de vendas do comércio varejista em cinco das oito atividades pesquisadas. São elas: móveis e eletrodomésticos (21,4%), que vinha de treze altas consecutivas; hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (15,8%); combustíveis e lubrificantes (14,4%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (7,9%); e livros, jornais, revistas e papelaria (-3,9%).

As variações positivas de vendas ficaram por conta de artigos de uso pessoal e doméstico (50,6%); tecidos, vestuário e calçados (42,7%); e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,0%).

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