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Campanha atende a pedido do TSE e registra ‘Exército do Lula’ após suspensão do canal

Conforme decisão de Nunes Marques, grupo com 4,3 milhões de pessoas deveria sair do ar por 48h, mas está em pleno funcionamento

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O canal de WhatsApp "Exército do Lula" foi registrado no TSE após determinação do presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques.
  • O canal poderá voltar a operar após 48 horas, com monitoramento da Meta para garantir a conformidade.
  • A suspensão inicial foi devido a alegações de uso para disseminar informações falsas, feitas pela campanha de Flávio Bolsonaro.
  • A decisão de suspensão foi revertida pelo corregedor-geral eleitoral, que não encontrou conteúdos falsos no grupo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Canal 'Exército do Lula' só poderá voltar a funcionar daqui a 48 horas Reprodução/Redes Sociais

A campanha do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O grupo, que tinha 4,3 milhões de pessoas por volta das 16h, está no ar.

A anotação acontece após o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinar o registro como condição para que o canal fique no ar. Com o cumprimento do pedido, “Exército do Lula” poderá voltar a operar após 48 horas — o grupo deverá sair do ar a qualquer momento.

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A ordem do ministro ainda diz que a Meta deve monitorar a atividade do grupo por meio de um “acompanhamento proativo”.

A anotação foi realizada na última hora e formalizada pelo NGDAP (Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários). Os últimos dias foram marcados por uma série de impasses judiciais envolvendo ordens de ministros do tribunal.

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O grupo, comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), foi suspenso, pela primeira vez, no último domingo (11), após Nunes Marques acatar um pedido feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que alegava que o canal era usado para espalhar “afirmações inverídicas”.

A ferramenta havia voltado ao ar após o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reverter a decisão de Nunes Marques. A Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE informou ao ministro que não foram encontrados conteúdos falsos no grupo. Após as decisões desta terça, a ferramenta deve voltar ao ar na próxima quinta-feira (15).

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