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Toffoli libera para julgamento processo sobre candidatura de Arruda

TSE pautou para esta quinta-feira (24) o julgamento da candidatura de José Roberto Arruda (PSD) ao GDF

2026|Luiza Marinho*, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro Dias Toffoli do TSE liberou o processo para julgamento da candidatura de José Roberto Arruda ao governo do Distrito Federal.
  • O TRE-DF havia barrado a candidatura de Arruda por unanimidade devido a condenações por improbidade administrativa.
  • O Ministério Público Eleitoral defende a inelegibilidade de Arruda até 2026, baseada em condenações relacionadas à Operação Caixa de Pandora.
  • A defesa de Arruda argumenta que o prazo de inelegibilidade já expirou, e ele planeja recorrer ao TSE.

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Acusação aponta condenações que estendem a inelegibilidade até dezembro de 2026 Roberto Rodrigues/Flickr - 21.09.2026

O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Dias Toffoli liberou para julgamento, nesta quarta-feira (23), o processo que autoriza o sobre a candidatura de José Roberto Arruda (PSD) ao Governo do Distrito Federal.

Segundo fontes do Tribunal, o julgamento ocorrerá nesta quinta-feira (24).

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No início de setembro, o TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal) barrou o registro de candidatura de Arruda. O julgamento foi unânime, com 5 votos a 0.

Na tarde de ontem (22), o MPE (Ministério Público Eleitoral) se manifestou contra o recurso de Arruda e defendeu a manutenção do indeferimento do registro de candidatura do ex-governador.

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No documento, o MPE afirma que Arruda permanece inelegível em razão de condenações colegiadas por atos de improbidade administrativa relacionados à Operação Caixa de Pandora. O processo reúne sete condenações, proferidas entre 2014 e 2026.

O Ministério sustenta que a condenação de 2018 ainda produz efeitos de inelegibilidade durante as eleições deste ano. Segundo o parecer, o acórdão dessa condenação foi publicado em 12 de dezembro de 2018, fazendo com que o prazo de oito anos se estenda até 12 de dezembro de 2026.

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Defesa

A defesa de Arruda argumenta que as condenações deveriam ser consideradas conjuntamente e que o prazo deveria ser contado a partir da primeira condenação, de 2014. Pela tese apresentada pelo candidato, o período de inelegibilidade já teria terminado.

Em 3 de setembro, logo após sua candidatura ter sido barrada, Arruda disse que iria recorrer contra a decisão junto ao TSE.

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“Recebo com serenidade a decisão do TRE, mas vejo que ela não está de acordo com o que diz a Lei Complementar 219/25. Por isso, vou recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral. Tenho confiança na Justiça e sei que ela vai fazer valer o que diz a legislação, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente da República, que me deixa elegível”, afirmou.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Augusto Fernandes, editor-chefe.

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