Falta de água e superlotação são os maiores riscos na Venezuela pós-terremotos, diz Opas
Diretor da Organização afirmou que o país precisa aumentar a taxa de vacinação, que já era baixa antes do desastre
Internacional|Da Reuters
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Os maiores riscos à saúde dos moradores após os dois terremotos devastadores que atingiram a costa norte da Venezuela no mês passado incluem interrupções no atendimento médico regular, superlotação nos abrigos e falta de acesso a água potável, afirmou nesta quinta-feira (9) Jarbas Barbosa, diretor da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).
A organização está trabalhando em estreita colaboração com o Ministério da Saúde da Venezuela para rastrear eventuais surtos de doenças respiratórias ou digestivas, especialmente nos abrigos montados para aqueles que perderam suas casas, acrescentaram outros representantes da Opas em uma teleconferência com jornalistas.
No entanto, o país precisa garantir o acesso a vacinas, acrescentou Barbosa, especialmente porque as taxas de vacinação na Venezuela já eram inferiores ao necessário antes do desastre e o sistema de saúde do país já vinha enfrentando problemas contínuos devido à crise econômica.
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