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Trump diz que falou com Hezbollah e terroristas concordaram em suspender ataques

Presidente americano explicou que conversou com grupo terrorista por meio de intermediários

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump afirmou ter conversado com o grupo terrorista Hezbollah através de intermediários, garantindo a suspensão dos ataques a Israel.
  • O presidente também dialogou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que concordou em retirar tropas do sul do Líbano.
  • Essa foi a primeira vez que um presidente dos EUA comunicou-se, mesmo que indiretamente, com o Hezbollah, considerado um grupo terrorista pelo país.
  • Os combates no Líbano, intensificados pelo apoio do Hezbollah ao Irã, resultaram em deslocamento de mais de 1,2 milhão de libaneses.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump disse também que Israel concordou em retirar tropas que estavam se preparando para atacar o Líbano Kevin Lamarque/Reuters - 21.05.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (1º) que conversou com os terroristas do Hezbollah, alinhado ao Irã, por meio de intermediários, e garantiu uma promessa de que o grupo não atacaria Israel.

Trump disse que também falou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e Israel concordou em retirar todas as tropas que estavam se preparando para atacar o sul do Líbano.


Nenhum presidente dos EUA jamais conversou com o Hezbollah, com ou sem intermediários. O grupo é considerado uma organização terrorista pelos Estados Unidos.

“Tive uma ligação muito produtiva com o primeiro-ministro Netanyahu, de Israel, e não haverá tropas indo para Beirute, e quaisquer tropas que estejam a caminho já foram retornadas”, disse Trump em um post no Truth Social.


“Da mesma forma, por meio de representantes de alto nível, tive uma ligação muito boa com o Hezbollah, e eles concordaram que todos os disparos serão interrompidos.”

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Uma autoridade libanesa disse à Reuters que o Hezbollah havia informado aos EUA, por meio do presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, que estava disposto a interromper os ataques ao norte de Israel em troca de Israel poupar Beirute e seus subúrbios de quaisquer ataques.


Os combates no Líbano têm sido a maior repercussão da guerra do Irã, deslocando mais de 1,2 milhão de libaneses por meio de ataques israelenses e ordens de retirada desde 2 de março, quando o Hezbollah começou a disparar foguetes e drones contra Israel para apoiar seu aliado Irã.

No último avanço, as tropas israelenses tomaram no sábado (30) o Castelo de Beaufort, de 900 anos, e um cume estratégico no sul do Líbano, segundo os militares. Isso ocorreu depois de um dos dias mais intensos de fogo do Hezbollah contra o norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, provocando o fechamento de escolas e restrições.

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