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Inverno, China e eleições pressionam para o fim da guerra no Oriente Médio; entenda

A jornalistas na Casa Branca, Donald Trump afirmou que Teerã quer fechar um acordo com Washington

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump espera que o fim da guerra com o Irã esteja próximo e planeja discutir o conflito na Assembleia Geral da ONU.
  • Teerã expressou desejo de fechar um acordo com Washington, segundo Trump.
  • Especialistas alertam para a pressão sobre o Golfo devido ao preço do petróleo e estoques baixos na Europa antes do inverno.
  • A China e as eleições nos EUA aumentam a pressão para encerrar a guerra, com impactos nos preços de combustíveis.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Donald Trump afirmou ter a expectativa de que o fim da guerra com o Irã esteja próximo. O governante dos Estados Unidos deve se reunir com líderes do Golfo à margem da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na próxima semana a fim de discutir o conflito e uma estratégia pós-guerra.

Em conversa com jornalistas na Casa Branca, Trump disse ter ouvido o Irã diretamente e ressaltou que Teerã quer fechar um acordo.


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Durante o programa Conexão Record News, o especialista em segurança e estratégia internacional Ricardo Cabral explicou que há muita pressão em cima do Golfo em um momento em que as nações se assustam com o petróleo acima de US$ 100. Além disso, Cabral também apontou que tanto países árabes como europeus estão preocupados com os estoques de petróleo às vésperas do inverno.

A crise está se aprofundando; [...] os meios de pagamento do Oriente Médio estão começando a entrar em colapso porque não está entrando dinheiro. [...] A Europa está com menos de 60% dos estoques que deveriam ter nessa época do ano, e sem perspectiva de completar o nível mínimo para passar o inverno”, enfatizou.


Ainda segundo Cabral, a China também está pressionando para o fim da guerra e pedindo “racionalidade” aos Estados Unidos e ao Irã, que, segundo Pequim, precisam entender que um acordo não vai atender a todos os interesses. Outra pressão vem de dentro do território americano. Com a proximidade das eleições de novembro, os democratas abrem vantagem nas pesquisas, em meio aos altos preços do diesel e da gasolina para o consumidor interno.

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