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Irã pretende usar golfinhos com minas em ataques a navios no estreito de Ormuz

Estratégia faz parte do planejamento das forças iranianas para acabar com o bloqueio dos EUA na rota marítima

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Irã planeja usar golfinhos armados com minas em ataques a navios no estreito de Ormuz.
  • A estratégia visa acabar com o bloqueio americano na rota marítima.
  • Forças iranianas também pretendem utilizar submarinos na região.
  • Outra ameaça do Irã inclui cortar cabos de telecomunicações, afetando comunicações globais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Pequeno barco motorizado com casco azul e amarelo navega em primeiro plano, levando duas pessoas. Ao fundo, grande navio cargueiro no mar. Céu claro e azul, oceano calmo com pequenas ondas.
Irã pode usar submarinos como armas no estreito de Ormuz Reprodução/Record News

Em meio às tensões no estreito de Ormuz, o Irã está considerando usar golfinhos armados com minas para explodir embarcações dos Estados Unidos, segundo o Wall Street Journal.

A estratégia faz parte de uma série de planejamentos do país para acabar com o bloqueio americano na rota marítima. Além dos animais, as forças iranianas pretendem usar submarinos na região.


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Outra ameaça do Irã foi romper os cabos de telecomunicações que atravessam o canal. Caso a Guarda Revolucionária corte realmente os cabos telefônicos, isso poderia afetar comunicações por internet em todo o mundo.

O estreito de Ormuz, essencial para o transporte de petróleo, vinha sendo usado por Teerã como uma forma de pressão contra os EUA. Agora, o país tenta resistir aos impactos econômicos causados pelo bloqueio de Donald Trump.


“Em Teerã, o bloqueio é cada vez mais visto não como um substituto para a guerra, mas como uma manifestação diferente dela”, disse Hamidreza Azizi, pesquisador especializado no Oriente Médio, em entrevista ao jornal.

“Como resultado, os tomadores de decisão iranianos podem em breve passar a considerar a retomada do conflito como menos custosa do que continuar a suportar um bloqueio prolongado.”

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