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JR ENTREVISTA: Randolfe defende PEC da Segurança e critica ‘articulação’ contra soberania

Líder do governo alerta para impacto fiscal de R$ 60 bilhões e afirma que ‘não há blindagem’ em investigações da PF

JR Entrevista|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Randolfe Rodrigues defende a urgência da PEC da Segurança Pública para fortalecer a atuação da Polícia Federal contra o crime organizado.
  • O senador critica interferências externas e destaca a importância das instituições brasileiras no combate ao crime.
  • Randolfe alerta sobre o impacto fiscal de R$ 60 bilhões na proposta de aposentadoria especial para agentes de saúde, enfatizando a responsabilidade fiscal.
  • Ele propõe aumentar o limite de faturamento do MEI de R$ 81 mil para até R$ 140 mil, como resposta às mudanças nas relações de trabalho.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (2) é o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues. À jornalista Flávia Alvarenga, ele falou sobre as prioridades da agenda legislativa, com destaque para a urgência da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. Randolfe classificou o combate às facções criminosas como uma “guerra” que deve ser vencida pelas instituições brasileiras, criticando tentativas de interferência externa no país.

Para o senador, a PEC da Segurança é fundamental para atualizar as atribuições da Polícia Federal, permitindo que o órgão atue de forma institucional e coordenada no combate ao crime organizado, que se tornou transnacional.


Ele rebateu críticas da oposição sobre a classificação de facções como o PCC e o Comando Vermelho por órgãos dos Estados Unidos, classificando o movimento como uma “conspiração”.

“Quem tem que derrotar o crime organizado no Brasil são as instituições brasileiras. Não pode ser nenhum governo estrangeiro, como alguns querem conspirar contra o Brasil, se articulando com nações estrangeiras para, sob pretexto de combater o crime, na verdade, ofender nossa soberania”, afirmou.


Segundo ele, se a oposição estivesse interessada no combate efetivo, já teria avançado com a votação da PEC no Congresso.

Pautas-bomba

Outro ponto central da entrevista foi o adiamento da votação sobre a aposentadoria especial para agentes de saúde. Randolfe explicou que a medida poderia gerar um impacto fiscal estimado entre R$ 40 bilhões e R$ 60 bilhões. O senador destacou que, embora o governo tenha sensibilidade social, é preciso respeitar os princípios constitucionais de responsabilidade fiscal.


“Nós só temos que encontrar as fontes necessárias para pagar aos agentes de saúde ou para quaisquer outras categorias o que está sendo reivindicado. Não pode ter despesa sem uma fonte previamente anunciada. Isso é um princípio constitucional”, pontuou.

Novo teto para o MEI

Randolfe também detalhou o projeto para aumentar o limite de faturamento do MEI (microempreendedor individual), que atualmente é de R$ 81 mil. A proposta prevê um escalonamento para R$ 110 mil e, posteriormente, R$ 140 mil. De acordo com o senador, essa medida funciona como uma contrapartida econômica diante das mudanças nas relações de trabalho, como a redução da jornada semanal.


O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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