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O carro coreano que aprendeu onde eu moro

Depois de testar modelos de várias origens, um SUV coreano chamou minha atenção por algo que nenhuma ficha técnica costuma mostrar

Além do Marketing|Murilo MorenoOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O autor testou um SUV coreano, o Hyundai Kona, após experimentar veículos de várias origens.
  • O Kona foi comparado ao Creta, um dos carros mais vendidos no Brasil, e impressionou pelo conforto e prazer de dirigir.
  • O carro possui características inovadoras, como iluminação interna que muda de cor para alertar sobre velocidade.
  • O sistema multimídia do Kona reconhece automaticamente a localização da residência, oferecendo uma experiência acolhedora.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gentileza sobre quatro rodas Imagem gerada por IA / DALL-E 3

“Me empresta um Kona pra testar?” O pedido partiu de mim, para o pessoal da Hyundai. Era clara a curiosidade do Bichinho de Marketing que vive dentro de mim.

Já testei chinês, testei europeu, testei elétrico, híbrido e carro a combustão. Faltava um carro coreano e um americano. Comecei com o Kona, que me chamou a atenção desde o primeiro dia em que o vi.

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Ele é um SUV. Para os americanos, um SUV pequeno. Aqui, ele chegou acima do Creta, que, desde que foi lançado, se mantém como um dos carros mais vendidos no varejo brasileiro.

Pensei: “Se a qualidade do modelo ‘Made in Korea’ for parecida com seu irmão brasileiro, esse é um carro pra conquistar o consumidor brasileiro”. Me surpreendi.

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Nunca pego um carro pra sentir o motor, o arranque, a velocidade. Não me encanto com isso. Quero saber do conforto e prazer de dirigir, já que detesto estar ao volante. Os cavalos não me chamam a atenção, os mimos sim.

Abri a porta e o interior se iluminou de azul em lugares como o porta-luvas e a porta do motorista. Bonito, mas sem sentido, pensei. No primeiro radar, quando o azul virou vermelho, me indicando que eu estava acima da velocidade e ia levar uma multa, meu Bichinho começou a sorrir. Sou um péssimo motorista, mas um ótimo colecionador de multas.

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Fiquei impressionado com a rapidez com que minha esposa trocou o volante do Creta dela pelo Kona da fábrica. Desculpe-me, Mauricio Jordao, mas a paixão foi mais forte do que o contrato de comodato. Ela adorou rodar com o carro e, numa coisa, a gente concordou. É delicioso de dirigir, no dia a dia.

E é um carro gentil. Você chega com as mãos cheias de malas, sacolas ou outras coisas e não precisa ficar tentando dar rasteira no para-choque traseiro. Ele reconhece a chave e abre o porta-malas sem que você fique se equilibrando num pé só, feito saci-pererê, tentando achar o lugar onde aciona a abertura automática.

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O genial foi ver o mapa do multimídia reconhecer automaticamente como ‘casa’ o local onde ele dormiu duas noites. O Kona me fez sentir bem recebido, o que é estranho, pensando em um automóvel. Alguém, na Coreia, pensou em como agradar o dono do automóvel, sem ser com o pedal direito.

Meu próximo passo é viajar pra praia com ele. Aí, sim, vou poder dizer se encontrei um carro que realmente me entende...

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