5 atitudes que acabam com a vida útil do catalisador do seu carro
Componente passou a ser obrigatório a partir do início dos anos 90 enquanto em outros países sua aplicação remonta até duas décadas antes disso

O catalisador do veículo tem uma função primordial de filtrar os gases poluentes de modo a poupar em emissões. Seu uso no Brasil passou a ser obrigatório a partir do início dos anos 90, enquanto em outros países sua aplicação remonta até duas décadas antes disso.

Vale dizer que do ponto de vista legal é proibido remover o catalisador ou alterar o seu funcionamento. Por conta disso, o catalisador é de responsabilidade do motorista que deve zelar pela sua correta manutenção ou substituição quando necessário.
Como funciona o catalisador?
O catalisador é um tubo metálico que funciona por meio de reações químicas para converter os gases poluentes do escapamento em substâncias menos nocivas, como vapor de água, dióxido de carbono e nitrogênio. Os gases, como monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC) e óxidos de nitrogênio (NOx), passam por um elemento cerâmico com metais nobres (paládio e platina), que aceleram essas reações e diminuem a toxicidade dos gases liberados no meio ambiente.

Porém, o catalisador é uma peça cara e seu custo varia entre R$ 2,5 a R$ 3 mil, mas pode ser mais caro, superando os R$ 10 mil em alguns modelos importados. Porém, poucos motoristas sabem que algumas atitudes podem prejudicar a vida útil do catalisador.
Vejo abaixo cinco atitudes que prejudicam a vida útil do catalisador do veículo
Usar gasolina de má qualidade
Abastecer o carro com gasolina ou etanol de procedência duvidosa pode ser fatal para o catalisador. Excesso de solventes e produtos químicos podem prejudicar o funcionamento da peça, levando a perda de desempenho, aumento de consumo e consequentemente adiantar a troca do catalisador.

Troca de óleo fora do prazo
Quem esquece de trocar o óleo também está colocando o catalisador em risco. Isso porque quando o óleo passa do prazo de troca significa que ele perde sua capacidade de lubrificação e deixa resíduos que podem contaminar o motor e consequentemente o sistema de exaustão.

Não revisar o carro especialmente sistemas de ignição
Os sistemas de ignição correspondem às faíscas elétricas que em contato com o combustível dão início ao processo de combustão. Quando itens como bobina, velas e outros itens que compõem o sistema de ignição não funcionam bem, a queima é irregular, o que também abrevia a vida do catalisador.

Dirigir em alagamentos
A entrada de água no catalisador pode danificar a peça e impedir as reações químicas, o que pode levar posteriormente a uma perda de desempenho e também a necessidade de troca do catalisador.

Fazer sempre viagens curtas
O catalisador trabalha sob uma temperatura mais quente para que suas reações químicas funcionem. Carros que rodam muito pouco e não atingem a temperatura ideal de funcionamento também podem trazer problemas para essa peça.
O ideal é que o carro faça ao menos ocasionalmente viagens mais longas para que o motor atinge sua temperatura ideal, o sistema de refrigeração também funcione nos padrões e o catalisador faça sua reação química de forma satisfatória.
Por fim, o proprietário do carro deve evitar soluções como prolongador de sonda e outras peças instaladas adjacentemente ao catalisador para anular a sua reação química. Além de legais, essas soluções podem prejudicar permanentemente a motorização do veículo.
NOVO Citroën Basalt Dark Edition 2026: o SUV CUPÊ ousado da marca mais barato que Fastback. VEJA O VÍDEO!
✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp















