O que fazer com crianças menores de 12 anos sozinhas nas áreas comuns do condomínio
Pais querem liberar os filhos para circular sozinhos, mas piscina, academia, garagem e outras áreas podem representar riscos
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Esse é um problema cada vez mais comum nos condomínios. Pais e responsáveis querem autorizar crianças de 6, 7 ou 8 anos a permanecerem sozinhas nas áreas comuns e entendem que, estando dentro do condomínio, elas estarão automaticamente seguras. Mas não funciona assim.
O primeiro passo é sempre verificar a convenção e o regimento interno. Muitos condomínios possuem regras específicas sobre idade mínima e necessidade de acompanhamento de responsável para utilização de determinadas áreas.
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E existe uma diferença enorme entre uma criança caminhar por uma área de circulação e permanecer sozinha em uma piscina, academia, garagem ou outro espaço que apresente risco. Quanto maior o perigo, maior precisa ser o cuidado.
Alguns pais chegam a pedir que o condomínio “libere” o filho e se oferecem para assinar um termo de responsabilidade. Esse documento pode ajudar a registrar que o responsável foi informado das regras e dos riscos, mas não deve ser tratado como autorização automática para descumprir a convenção ou o regimento interno.
Também não adianta deixar uma criança de 7 anos sozinha na piscina e imaginar que porteiro, zelador, segurança ou funcionário do condomínio ficará responsável por observar o menor.
Funcionário do condomínio não é babá. O dever de cuidado e supervisão da criança continua sendo dos pais ou responsáveis.
Se as regras determinam que determinada faixa etária precisa estar acompanhada e, mesmo depois de orientados, os responsáveis continuam permitindo que os filhos permaneçam sozinhos, o condomínio deve registrar a ocorrência.
Dependendo da convenção e do regimento interno, poderá haver orientação, notificação e, em caso de descumprimento, até aplicação de multa, respeitando sempre o procedimento previsto.
O mais preocupante é que alguns responsáveis somente percebem a gravidade quando acontece um acidente.
Condomínio pode ter câmeras, porteiros e controle de acesso. Mas nada disso substitui pai, mãe ou responsável. Criança pequena precisa de supervisão — principalmente nas áreas de risco.
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