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Um vacilo na portaria do condomínio… e o prejuízo vem

Segurança não é detalhe — é responsabilidade diária

Dr. Piterson Gomes|Dr. Piterson GomesOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Portões abertos ou liberações sem conferência podem colocar todos em risco.
  • A segurança depende de procedimentos, treinamento e disciplina, não apenas de tecnologia.
  • Falhas na execução das regras são as principais causas de incidentes em condomínios.
  • Segurança deve ser uma prioridade constante, não apenas lembrada após um problema.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Condomínio não é imune a risco. Um portão aberto no momento errado, uma liberação sem conferência ou um “pode subir” sem identificação já são suficientes para colocar todos em perigo.

Segurança não depende só de câmera e tecnologia. Depende de procedimento, treinamento e disciplina. Porteiro distraído, morador que “autoriza no automático” e regra que não é seguida abrem brechas — e é exatamente por aí que o problema entra.


E, quando algo acontece, a pergunta não é “como aconteceu”… é “onde falharam”. Porque, na maioria dos casos, não é falta de estrutura — é falha na execução.

No fim, segurança não se improvisa. Constrói-se com rotina, regra e responsabilidade.


E no seu condomínio, a segurança é levada a sério… ou só lembrada depois do problema?

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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