Mosca-branca desafia tomateiros e impulsiona manejo integrado
Soluções integradas buscam reduzir perdas que podem chegar a 100% da produção

As pragas sugadoras, como a mosca-branca, continuam desafiando a produção de hortaliças no país.
Além dos danos causados diretamente às plantas, esses insetos são vetores de viroses capazes de comprometer toda a lavoura, o que tem levado produtores e empresas do setor a reforçar estratégias de manejo integrado para reduzir perdas e garantir maior estabilidade produtiva.
Tecnologias que combinam genética, proteção de cultivos e práticas agronômicas voltadas ao manejo ao longo de todo o ciclo da cultura estão entre as novidades apresentadas na Hortitec 2026, realizada em Holambra (SP).
Entre elas está a ampliação da recomendação do inseticida Efficon para a cultura do tomate, além de soluções para o controle de doenças como septoriose e oídio.
“Nosso compromisso é apoiar o agricultor com uma abordagem atual e eficiente de manejo, que integra soluções desde o plantio à proteção do ciclo produtivo. As pragas sugadoras seguem sendo um desafio e demandam um planejamento estratégico do manejo, crucial para o sucesso da produção”, disse Katty Corrente, líder de marketing do sistema produtivo de hortifrúti, cana-de-açúcar e café da BASF.
A estratégia inclui ainda materiais da marca Nunhems, desenvolvidos para conferir maior resistência a viroses e favorecer ganhos de produtividade.
“O setor exige uma visão cada vez mais integrada para promover maior estabilidade produtiva e apoiar o agricultor diante de múltiplos desafios no campo. Trabalhamos com uma proposta que conecta genética avançada a práticas de manejo e proteção, contribuindo para sistemas de cultivo mais equilibrados e sustentáveis”, afirmou Golmar Beppler Neto, gerente comercial da Nunhems.
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