Tutores buscam rações de pet sustentáveis que podem reduzir impacto ambiental
Cresce atenção dos consumidores à origem dos ingredientes e às práticas de produção no setor pet
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A escolha da ração de cães e gatos começa a levar em conta também fatores ambientais. O movimento acompanha a expansão do mercado pet no Brasil e a maior preocupação dos tutores com a origem dos produtos.
“A sustentabilidade tem ganhado cada vez mais peso nas decisões de consumo — e isso também se reflete na escolha da alimentação dos pets. Hoje, muitos tutores buscam entender a origem dos ingredientes, como os produtos são feitos e quais compromissos ambientais as marcas assumem. Isso reforça que os pets são parte da família e, por isso, sua alimentação passa a ser escolhida com o mesmo cuidado aplicado às próprias escolhas dos tutores”, afirmou Stanley Andrade, da MBRF Pet.
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O Brasil já soma mais de 160 milhões de animais de estimação e movimenta um setor que ultrapassa R$ 77 bilhões por ano, segundo a Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (Abempet).
A produção de alimentos para pets envolve uma cadeia extensa, com uso de recursos naturais e processos industriais em grande escala.
Esse cenário tem levado empresas do setor a buscar alternativas para reduzir impactos ambientais e aumentar a eficiência produtiva.
Entre as iniciativas adotadas estão o reaproveitamento de subprodutos da cadeia alimentar e ações de economia de água e energia.
“Temos como compromisso produzir alimentos para pets com responsabilidade, aplicando processos fabris que reduzem o impacto ambiental e apoiando ONGs que defendem a causa animal. Uma das nossas metas em Guabi Natural, por exemplo, é tornar todas as embalagens recicláveis, reutilizáveis ou biodegradáveis”, completou Stanley.
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