Na soja, escolha da semente pode definir o potencial produtivo da safra
Especialista explica como características da semente podem influenciar a formação do estande e o desempenho da cultura
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Produzir mais sem aumentar os custos na mesma proporção é um dos principais desafios do produtor de soja. Com margens apertadas e clima imprevisível, as decisões tomadas antes do plantio podem fazer diferença no resultado da safra. Entre elas está a escolha da semente.
Embora represente uma parcela do custo de produção, a semente influencia o estabelecimento da lavoura, a uniformidade das plantas e o potencial produtivo da cultivar.
“Em outras palavras, investir em sementes de alta qualidade significa reduzir riscos e aumentar a probabilidade de alcançar um maior rendimento”, disse Guilherme Parreiras, gerente de operações da Boa Safra.
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O Brasil deve produzir cerca de 180,1 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, segundo dados da Embrapa. Com a expansão da produção e a busca por maior eficiência, a escolha do material genético e a qualidade das sementes ganham ainda mais importância.
Além da genética, o tratamento e o armazenamento adequados contribuem para a qualidade do lote e para uma emergência mais uniforme das plantas. Para o especialista, a decisão precisa ser tomada pensando em todo o ciclo da cultura.
“A semente é o ponto de partida e influencia diretamente o desempenho da lavoura. Você não só adquire um insumo, mas tecnologia, segurança, uniformidade e maior retorno econômico. Na agricultura, muitas decisões podem ser ajustadas ao longo do tempo, mas a escolha da semente acontece apenas uma vez”, disse Parreiras.
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