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Banco do Brasil e Caixa negam exposição a títulos e outros instrumentos do Master

Caixa informou que em 2024 chegou a fazer operações compromissadas, de caráter rotineiro, “sem relevância individual”

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window e Amanda Almeida, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal negam exposição a títulos e ativos do Banco Master nos últimos cinco anos.
  • Banco do Brasil afirma que não possui relação comercial com o Banco Master e que suas entidades patrocinadas também não têm exposição.
  • Caixa confirma que fez operações compromissadas em 2024 com o Banco Master, mas sem relevância individual.
  • Caixa destaca que tais operações são de curtíssimo prazo e representam apenas 0,1% do total operado diariamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Daniel Vorcaro negocia delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República Divulgação/Esfera Brasil - Arquivo

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal negaram qualquer exposição das instituições a títulos, papéis, instrumentos financeiros ou ativos emitidos pelo Banco Master nos últimos cinco anos. O posicionamento foi dado em resposta a Requerimento de Acesso à Informação protocolado pelo deputado Diego Garcia (União-PR).

Em resposta, o Banco do Brasil disse que “as entidades patrocinadas pelo BB (Previ, Economus, Fusesc e Prevbep) não possuem, nem possuíram nos últimos cinco anos, exposição direta ou indireta a títulos, papéis ou quaisquer instrumentos emitidos pelo Banco Master S.A”. “O Banco do Brasil não possuía relacionamento comercial com o Banco Master S.A”, reforça.


A Caixa, por outro lado, reforçou que patrocina planos de previdência complementar administrados pela Fundação dos Economiários Federais, dotada de autonomia patrimonial, administrativa e financeira. Mas a Fundação também afirmou que “nos últimos cinco anos, não possuiu exposição direta ou indireta ao Banco Master”.

“A informação abrange, inclusive, operações interbancárias, fundos compartilhados, cessões de crédito, garantias concedidas ou recebidas, instrumentos financeiros estruturados ou quaisquer outras relações financeiras relevantes”, diz a resposta.


A Caixa ressalta, contudo, que em 2024 fez operações compromissadas com a instituição de Daniel Vorcaro. “Operações tradicionais do mercado financeiro, de caráter rotineiro, com liquidez diária, em linha com as práticas usuais do sistema bancário, sem relevância individual”.

“Destaca-se que as operações compromissadas consistem na aplicação de recursos com recebimento de garantia em títulos públicos federais. Tais operações, tipicamente de curtíssimo prazo (geralmente de um dia), apresentam caráter operacional e estão associadas à gestão de liquidez. Ressalta-se que o volume negociado com o Banco Master representou, no máximo, 0,1% do total operado pela Caixa em cada dia”, disse.


O banco público reforçou, por outro lado, que entre 2021 e 2026, “a Tesouraria da Caixa não realizou a aquisição de quaisquer ativos de emissão do Banco Master, em nenhuma modalidade”.

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