Logo R7.com
RecordPlus
R7 Planalto

Governo justifica exigência de perícia presencial para prorrogar auxílio doença

Ministério da Previdência Social disse que modelo segue normatização para ‘evitar erros’

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério da Previdência Social defende a necessidade de perícia médica presencial para prorrogar auxílio-doença, visando evitar erros e garantir a correta caracterização da incapacidade para o trabalho.
  • O deputado Capitão Alberto Neto questionou a dificuldade de renovação do benefício para moradores do Amazonas, distantes das unidades do INSS.
  • O governo afirma que a concessão do benefício apenas por documentos é limitada a casos iniciais e por períodos curtos, necessitando de avaliação presencial para prorrogações.
  • No Amazonas, o tempo de espera para atendimento é de cerca de 43 dias, próximo à média nacional de 40 dias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Tempo médio de espera por atendimento no Amazonas é de 43 dias, segundo pasta Jefferson Rudy/Agência Senado - arquivo

O Ministério da Previdência Social justificou a exigência de perícia médica presencial para prorrogar auxílio-doença a beneficiários em requerimento de informação do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM).

Segundo o governo federal, mesmo após a ampliação do uso da análise digital, conhecida como Atestmed, alguns casos exigem a perícia presencial para evitar “erros” e assegurar “a correta caracterização da incapacidade para o trabalho”.


O deputado questionou a dificuldade para renovar o benefício principalmente de moradores do Amazonas que residiam longe de unidades de atendimento do INSS.

A pasta, contudo, disse que conceder o benefício apenas por documentos tem limites legais, sendo autorizada apenas em casos iniciais e por prazos reduzidos, de até 30 dias ou no máximo três meses de benefício.


Segundo o governo, quando há necessidade de prorrogação do benefício, a avaliação presencial é necessária para uma análise mais aprofundada da condição de saúde do segurado.

O ministério também argumenta que o modelo digital representa um avanço ao ampliar o acesso ao benefício e reduzir filas, mas ressalta que ele não substitui integralmente a perícia médica tradicional.


A regulamentação atual, segundo a pasta, busca equilibrar a agilização do atendimento com mecanismos de controle e verificação mais rigorosos nos casos de continuidade do auxílio.

Os dados da pasta também indicam que no Amazonas o tempo de espera para atendimento fica em torno de 43 dias, perto da média nacional de 40 dias.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.