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Governo vê agenda travar no Congresso e aprova apenas 25% da pauta prioritária

De oito pautas prioritárias, duas foram confirmadas por parlamentares; Senado segura maior número de textos, como a 6x1

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo Lula teve apenas 25% das prioridades de 2026 aprovadas pelo Congresso até a metade do ano.
  • Duas das oito propostas prioritárias foram aprovadas: a Lei Antifacção e a que facilita a renovação da CNH.
  • Propostas como o fim da jornada 6x1 e a PEC da Segurança estão paradas no Senado.
  • Outros projetos, como a regulamentação do trabalho por aplicativo e da IA, ainda não avançaram na Câmara.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Prioridades de Lula pouco avançaram no Congresso; maior parte depende de Alcolumbre Ricardo Stuckert/PR - 03.07.2026

O governo Lula chegou a metade do ano com apenas 25% das prioridades de 2026 aprovadas pelo Congresso. De uma lista de oito propostas apresentadas no começo do ano, apenas duas tiveram análise concluída: a Lei Antifacção e a que reduz custos e facilita a renovação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

A lista de pendências tem entre destaques o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1 e a PEC da Segurança, que chegaram a ser analisadas pela Câmara, mas acabaram estacionadas no Senado.


Outras propostas sequer avançaram na Câmara, como caso da regulamentação de trabalho por aplicativo e a regulamentação da IA (Inteligência Artificial — esse tema era uma das metas para antes do período eleitoral.

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A lista inicial do governo ainda citou a Tarifa Zero. Um texto ligado ao financiamento do transporte gratuito com uso de royalties de petróleo avançou entre deputados, mas não chegou a ser concluído na Câmara.


A regulamentação da atuação econômica de big techs é o oitavo projeto da lista de prioridades e também aguarda votação.

De fora da lista inicial, outra prioridade incluída foi o projeto ligado aos minerais críticos, que entrou no radar do governo, mas também depende de despacho do Senado.


A lista sofre risco pelo recesso do Congresso, previsto para o próximo 17 de julho. O retorno é alvo de desafios pelo cronograma especial do período eleitoral, o que tem levado pedidos do governo para tentar centralizar temas ainda no 1º semestre.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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