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O pré-candidato à Presidência da República que pode ser beneficiado pelo caso Master

Eleitor anticorrupção, que teve força em 2018 com a operação Lava Jato, agora procura um nome que represente a causa

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Renan Santos, do partido Missão, pode se beneficiar do caso Master, mesmo com apenas 2% nas intenções de votos.
  • O caso Master pode reagrupar o eleitor anticorrupção que se perdeu após a Lava Jato.
  • Expectativa de nova operação com grande impacto sobre a política pode influenciar as eleições.
  • Candidaturas disruptivas, como a de Renan, podem crescer, mas ele ainda é desconhecido do grande público.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Candidato anticorrupção e antissistema pode crescer com casos envolvendo alto escalão político Ricardo Stuckert/PR - 30.04.2026; Reprodução/Missão - Arquivo; Marcos Oliveira/Agência Senado - Arquivo

Nem Lula nem Flávio Bolsonaro. A avaliação de cientistas políticos é a de que quem pode ganhar com o caso Master é um candidato que aparece timidamente nas pesquisas. Renan Santos, do partido Missão, pode angariar alguns votos com o escândalo e o envolvimento de políticos no caso. Hoje, ele aparece nas pesquisas com o máximo de 2% de intenção de votos.

Para o cientista político do Real Time Big Data, Bruno Soller, “o caso Master tem impactado principalmente em uma coisa: ele vem reagrupando um eleitor que estava perdido depois da operação Lava Jato". “Esse eleitor teve seu ápice durante a operação, mas depois, com a turbulência social e econômica, ele se perdeu”, explica.


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Em uma investigação que atinge o sistema político brasileiro, como a do banco Master, Soller diz que o eleitor está na “expectativa de outra operação que possa ter uma magnitude tão grande como a Lava Jato teve, mas talvez com outro desfecho”.

Ele cita, por exemplo, que em 2018 havia a figura do PSDB, oposição tradicional do PT, mas que foi envolvido na operação Lava Jato quando a figura principal da sigla e atual presidente do partido, Aécio Neves, foi envolvido na operação.


“Isso fez com que o eleitorado se reordenasse e encontrasse no então candidato Jair Bolsonaro uma grande esperança”, explica.

Nas fichas de hoje, a operação contra Ciro Nogueira nesta quinta-feira (7), ex-ministro da Casa Civil do ex-presidente Jair Bolsonaro, pode respingar na candidatura do filho 01 do ex-chefe da República.


Nesse cenário, candidaturas disruptivas podem crescer. Nas medições que a gente tem feito do mercado, percebemos um crescimento razoável do Renan Santos, já que ele se apresenta como anti-PT, antibolsonarismo e antissistema. No entanto, ele ainda é muito desconhecido do grande público, por isso é preciso avaliar como vai ser construída a trajetória dele”, ressaltou.

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