Se aprovadas, taxas dos EUA podem se somar caso coincidam para um mesmo produto
Palácio do Planalto estuda próximos passos e ainda não definiu se adotará postura de revide sobre medida do governo Trump
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A análise atual do governo federal é que as novas tarifas propostas pelos Estados Unidos em relatório do USTR (Escritório de Comércio dos Estados Unidos) desta quarta-feira (3) devem se somar e chegar a 37,5% caso incidam sobre o mesmo produto.
Em medida publicada ontem (2), o órgão norte-americano previu taxas de 25% sobre o Brasil por conta do Pix, desmatamento ilegal e regulação das big techs. Hoje, porém, uma nova publicação do USTR propõe nova sobretaxa, desta vez de 12,5% por falha no combate ao trabalho forçado.
Interlocutores do Itamaraty ouvidos pelo R7 Planalto apontaram que na primeira lista de taxação o governo de Donald Trump fez uma série de exceções. Agora, os técnicos se debruçam sobre a nova lista para entender as repercussões para o Brasil.
Até o momento, o governo ainda não definiu se vai adotar a mesma postura do ano passado, quando preferiu a reciprocidade, ou seja, cobrar as mesmas tarifas de volta aos EUA, do que uma retaliação que escalaria o tom do embate.
Segundo membros do governo, os “próximos passos estão sendo analisados”.
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