Rússia sofre impactos, mas já 'aprendeu a lidar' com as sanções ocidentais, aponta professor
União Europeia e G7 insistem em mais restrições como estratégia para frear o avanço de Putin pelo leste europeu
Conexão Record News|Do R7
Em entrevista ao Conexão Record News, o professor de política internacional Paulo Velasco analisa a influência da Europa nas negociações de paz na Ucrânia. Nesta sexta-feira (14), os países da União Europeia aprovaram a renovação de sanções à Rússia, ao contornar uma oposição inicial da Hungria. De acordo com a agência internacional de notícias Reuters, o rascunho final de uma declaração do G7 — grupo formado por composto por Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos —, que pede para Moscou aceitar o cessar-fogo sob risco de novas sanções, também foi aprovado na data.
“Em uma reunião do G7 temos vários países europeus que querem, de alguma maneira, afirmar uma posição da Europa. Uma Europa muito preocupada com a Rússia no seu entorno, fazendo parte dessa região. O conflito na Ucrânia é em território europeu”, pontua. Segundo o especialista, no entanto, o poder europeu acaba limitado devido ao protagonismo dos Estados Unidos nas negociações.
Velasco ainda discute os efeitos das medidas sancionatórias contra a Rússia, que apesar de sofrer impactos, tem conseguido, com o apoio chinês, manter um ritmo de crescimento e sustentar sua posição na guerra. “A China abraçou economicamente a Rússia, fortaleceu o entendimento econômico-comercial entre os dois países. [...] A Rússia já sofreu mais em outros tempos, mas é um país que aprendeu a lidar com as sanções ocidentais”, diz.
Últimas

Irã escolhe filho de Ali Khamenei como novo líder supremo
Donald Trump já havia dito que Mojtaba Khamenei não seria uma opção aceitável

Irã ameaça confiscar bens de cidadãos no exterior
Segundo comunicado, qualquer iraniano que apoiar o 'inimigo' vai enfrentar sanções legais

Embaixadas norte-americanas são alvos de ataques
Arredores do prédio em Oslo foram isolados para perícia após explosão; polícia investiga

Redução da presença militar chinesa levanta dúvidas
Desde 28 de fevereiro, apenas dois aviões chineses foram registrados nas imediações da ilha

Otan inicia exercícios militares na região do Ártico
Manobras dão mais ênfase ao papel dos civis no apoio às forças armadas em momento de alta tensão

Parlamento do Líbano prorroga mandato por dois anos
Eleições deveriam acontecer em maio; decisão acontece em meio ao conflito no Oriente Médio

Mercado financeiro mantém em 3,91% estimativa de inflação em 2026
Pesquisa foi feita com mais de cem instituições financeiras na última sexta (6)

Dólar começa segunda-feira (9) avançando e cotado a R$ 5,27
Moeda norte-americana registrou queda na sexta-feira (6) e fechou a semana a R$ 5,24

Lula recebe presidente da África do Sul no Planalto
Reunião busca novos parceiros comerciais após alta de tarifas nos Estados Unidos

Israel e Irã realizam novas ondas de ataques com mísseis
Refinaria do Bahrein foi atingida por projéteis iranianos; em Jerusalém, estilhaços causaram estragos

Preço do petróleo dispara e bolsas de valores têm queda em meio à guerra no Oriente Médio
Barril chegou a quase US$ 120 nesta segunda semana de conflito sem sinal de trégua

EUA formam coalizão militar com 12 países da América Latina
Objetivo seria combater cartéis e afastar adversários da região

Israel lança novos bombardeios contra o Líbano
Ataques tiveram como alvo infraestruturas do grupo terrorista Hezbollah

Ucrânia e Rússia trocam 300 prisioneiros de guerra
Esta é a segunda troca do ano após rodada de negociações mediadas pelos EUA

Comitê anuncia plano de combate à violência de gênero no Brasil
Entre as medidas, mutirão cumprirá mil mandados de prisão contra agressores de mulheres



