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OMS diz que não há provas de eficácia da 'pílula do câncer'

Não existe qualquer tipo de recomendação por parte da OMS para que o remédio seja utilizado

Saúde|Do R7

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também não reconhece o produto
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também não reconhece o produto

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirma que "não existem dados suficientes para determinar a eficiência" da fosfoetanolamina, conhecida como "pílula do câncer", para pacientes diagnosticados com tumores malignos.

Nesta terça-feira (22), o Senado aprovou o projeto de lei que libera o uso da "pílula do câncer", em menos de um minuto de sessão e sem qualquer debate. O texto agora segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff.


À reportagem, o porta-voz da entidade, Gregory Hartl, indicou que, diante da falta de dados, "não existe qualquer tipo de recomendação por parte da OMS para que o remédio seja utilizado". "Definitivamente, não temos nenhuma recomendação neste sentido", disse.

Oncologistas criticam liberação da fosfoetanolamina


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também não reconhece o produto. Mas o texto no Senado passa a permitir a produção, importação, distribuição e prescrição da substância, "independentemente de registro sanitário, em caráter excepcional enquanto estiverem em curso estudos clínicos".

Até a noite de terça-feira (22), o Ministério da Saúde não havia se manifestado.

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