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Apesar da crise no STF, Moraes e Mendonça podem ter de conviver pelos próximos 17 anos

Moraes fica no STF até 2043 e Mendonça até 2047; ministros entraram em conflito após divulgação de mensagens de Vorcaro

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça têm pelo menos 17 anos de convivência no STF.
  • Divulgação de mensagens de Daniel Vorcaro a Moraes gerou tensão no Supremo.
  • Moraes pediu investigação de Mendonça por improbidade e abuso de autoridade.
  • Presidente do STF, Edson Fachin, ordenou que a PGR seja ouvida sobre o caso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em um cenário de estabilidade, Moraes e Mendonça ainda têm pelo menos 17 anos de atuação Adriano Machado/Reuters - 02.09.2026

Alexandre de Moraes e André Mendonça estão no centro de uma crise que expôs a tensão entre ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). A divulgação de mensagens envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro desencadeou uma sequência de decisões e acusações que colocou os dois em lados opostos dentro da Corte.

Mesmo diante do atual confronto, a convivência entre os ministros está longe de terminar. Moraes tem aposentadoria compulsória prevista para 13 de dezembro de 2043, e Mendonça, para 27 de dezembro de 2047. Com isso, são pelo menos 17 anos de atuação conjunta pela frente.


A divulgação de supostas mensagens enviadas a Moraes por Vorcaro desencadeou uma escalada de tensão dentro da Corte.

Em apenas três dias, o caso passou da revelação de documentos da Polícia Federal para uma troca de acusações entre ministros e a abertura de procedimentos para apurar os desdobramentos da crise.


A situação abriu uma crise sem precedentes no Supremo, culminando em um pedido de Moraes para que Mendonça seja investigado por condutas como improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e abuso de autoridade.

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, determinou que o pedido apresentado pelo ministro Alexandre de Moraes para investigar André Mendonça seja retirado do inquérito das fake news e passe a tramitar em um processo separado.


Na decisão, Fachin determinou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) seja ouvida sobre o caso. O órgão terá cinco dias úteis para apresentar parecer sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento e, se considerar pertinente, sobre as acusações apresentadas.

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