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Flávio Bolsonaro pede ao STF que Moraes seja declarado suspeito para julgar Vorcaro e Master

Senador acionou Corte e questionou relação de ministro com dono do Master por serviços advocatícios de Viviane Barci de Moraes

Brasília|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro solicita ao STF que Alexandre de Moraes seja declarado suspeito para julgar Daniel Vorcaro e casos ligados ao Banco Master.
  • O pedido foi motivado pela relação entre a esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e Vorcaro, devido a serviços advocatícios.
  • Foi revelado que o Banco Master pagou R$ 80 milhões ao escritório de Viviane por serviços prestados em 22 meses.
  • O presidente do STF, Edson Fachin, avaliará a solicitação, com sugestão de encaminhamento ao ministro André Mendonça.

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Defesa de Flávio pede que Moraes seja declarado suspeito de avaliar temas ligados ao caso Master Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Arquivo

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) com um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja declarado suspeito e não possa julgar o ex-banqueiro Daniel Vorcaro ou casos ligados ao Banco Master.

A peça foi assinada por advogados de Flávio após Moraes encaminhar à PGR (Procuradoria-Geral da República) um pedido de apuração da ligação entre o senador e Daniel Vorcaro por conversas relacionadas ao filme “Dark Horse”, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. A solicitação foi apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).


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A defesa de Flávio, por sua vez, sugere que Moraes deva ser indicado suspeito e fique proibido de tratar do assunto e demais temas ligados ao Master, sob a justificativa de que a esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, foi contratada para prestar serviços advocatícios a Vorcaro.

Informações do Master apresentadas à Receita Federal indicam que o banco pagou R$ 80 milhões ao escritório da advogada por serviços prestados ao longo de 22 meses.


A solicitação será avaliada pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin. O documento ainda pede para que a solicitação ligada ao filme seja retirada da PGR e que o caso passe para responsabilidade do ministro André Mendonça.

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