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Ministros do STF pedem a Fachin para pautar julgamento de recursos sobre ‘penduricalhos’

Moraes, Zanin e Dino solicitam análise em plenário virtual; economia estimada é de R$ 7,3 bilhões por ano aos cofres públicos

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Três ministros do STF pediram ao presidente Edson Fachin para pautar o julgamento sobre a limitação de "penduricalhos".
  • O colegiado aprovou critérios rígidos para pagamento de verbas indenizatórias, prevendo economia de R$ 7,3 bilhões anuais.
  • Os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes são relatores das ações sobre o tema.
  • O julgamento no STF pode definir uma tese definitiva, com impacto fiscal bilionário e apelo político significativo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Plenário do STF
Em 25 de março, o STF aprovou critérios rígidos para o pagamento de verbas indenizatórias a magistrados Antonio Augusto/STF - 10.6.2026

Três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) acionaram o presidente da Corte, Edson Fachin, para que inclua na pauta de julgamentos os recursos que discutem a limitação de “penduricalhos”. O movimento foi encabeçado por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino.

No dia 25 de março, o colegiado aprovou critérios rígidos para o pagamento de verbas indenizatórias a magistrados e integrantes do Ministério Público.


Segundo o voto dos relatores, a medida terá impacto imediato e deve gerar uma economia de R$ 7,3 bilhões anuais aos cofres públicos.

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Os três ministros, juntamente com o decano Gilmar Mendes, são relatores de diferentes ações que tratam do tema. Até o momento, o ministro Gilmar Mendes não publicou decisão.


No documento enviado a Fachin, o trio solicita que os processos sejam julgados no plenário virtual. Nessa modalidade, os ministros não discutem, apenas apresentam seus votos no sistema da Corte.

Na prática, o STF poderá fixar uma tese definitiva sobre o assunto. O desfecho do julgamento tem impacto fiscal bilionário para os cofres públicos, além de forte apelo político, uma vez que a manutenção desses benefícios é alvo frequente de críticas por driblar o teto salarial do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 44.008,52.

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