Na COP28, Lira fala em aumentar a competitividade internacional e reduzir desigualdades
Presidente da Câmara também destacou papel do parlamento em legislar propostas da 'pauta verde'
Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

Em discurso na cúpula do clima da ONU, a COP28, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), ressaltou nesta quarta-feira (6) o propósito de aumentar a competitividade internacional da produção brasileira e de reduzir desigualdades sociais com foco na "pauta verde". Lira detalhou o papel do parlamento em legislar propostas nesse sentido, divulgando aprovações recentes, como a criação da Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono e o projeto que disciplina o aproveitamento de potencial energético offshore. Ambos foram aprovados na Câmara e seguem para o Senado. A COP28 acontece em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
"Temos um propósito claro: aumentar a competitividade internacional da produção brasileira. E buscaremos isso em sintonia com os atuais preceitos de responsabilidade socioambiental", afirmou Lira. Em seguida, ele comentou o "abismo de desigualdade social a ser superado". "Precisamos gerar oportunidades de crescimento econômico e de desenvolvimento social. E podemos fazer isso de forma efetiva, graças às condições de que dispomos, sem ameaçar nossos biomas, protegendo nossas florestas e nossas águas", completou.
Lira também citou outros temas em análise, como a regulamentação do mercado de créditos de carbono, a criação do Programa de Aceleração da Transição Energética e a ratificação de práticas sustentáveis para a produção e destinação do lítio. Na esfera legislativa, o presidente também citou o empenho da Câmara em "inserir incentivos a ações de proteção do meio ambiente no cerne da reforma tributária".
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Para Lira, o crescimento do Brasil requer atenção na pauta verde, visando ascensão econômica, inclusão social e preservação ambiental consistente. "No cenário global contemporâneo, estarão na dianteira aqueles que estejam verdadeiramente prontos para os desafios desse novo tipo de desenvolvimento, em que se terá de conjugar o cumprimento de metas de descarbonização, a transição energética, a redução de emissões e o manejo sustentável dos recursos naturais. Felizmente, estamos cada vez mais preparados para essa realidade", avaliou.













