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Fiat lança o Mobi GSR, automatizado mais barato do Brasil

Hatch estreia novo câmbio que substitui o Dualogic; preço sugerido é de R$ 44.780

Carros|Diogo de Oliveira e André Schaun, estagiário do R7

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Versão é equipada com motor 1.0 Firefly de três cilindro, 77 cv de potência e 10,9 mkgf de torque
Versão é equipada com motor 1.0 Firefly de três cilindro, 77 cv de potência e 10,9 mkgf de torque

O Fiat apresentou nesta quarta-feira (29) a versão automatizada de seu carro de entrada, o Mobi Drive GSR, com o novo câmbio Dualogic, que foi reformado e adota a sigla GSR (de Gear Smart Ride). Tal como no Uno, a transmissão é operada por botões, que ocupam o lugar da alavanca de câmbio. A caixa de cinco marchas é associada ao 1.0 Firefly de três cilindros e apenas seis válvulas (duas por cilindro), lançado no fim de 2016. O motor rende 77 cv de potência e 10,9 kgfm de torque com etanol. Ao preço sugerido de R$ 44.780, o hatch passa a ser o carro mais barato do Brasil "sem embreagem".

Confira a galeria completa do Fiat Mobi GSR


A caixa automatizada do Mobi é uma evolução da antiga Dualogic, que passa a se chamar GSR. O pequenino é o 1° modelo da Fiat a receber a transmissão, que em breve chegará ao restante da linha — a própria FCA (Fiat Chrysler Automobiles) confirmou que este é um caminho natural. O diferença de preço entre o Mobi Drive e o Mobi Drive GSR ficou em R$ 4.130. O hatch traz borboletas e o quadro de instrumentos com tela de TFT, que mostra a marcha selecionada.

Versão ganhou modo Sport
Versão ganhou modo Sport

O novo câmbio GSR herda algumas funções do Dualogic, como a Creeping, que reproduz a aceleração natural dos câmbios automáticos quando o freio é liberado, e a Auto-Up Shift Abort, que evita a troca para a marcha seguinte quando identifica necessidade de rápida recuperação de velocidade. Outro quesito que a nova tecnologia leva da Dualogic são os comandos do câmbio por botões no console central, incluindo o modo Sport — cujo botão tem contorno vermelho. Há ainda as borboletas no volante para trocas manuais. 


Segundo a Fiat, com o câmbio automatizado, o Mobi é capaz de fazer médias de 14 km/l (gasolina) e 9,8 km/l (etanol), na cidade. Já na estrada, o hatch roda 15,9 km/l (gasolina) e 11,1 km/l (etanol). O consumo recebeu nota A do Inmetro. Apenas as versões drive usam o novo 1.0 Firefly de três cilindros. Demais configurações (Easy, Like e Way)ainda são equipadas o velho 1.0 Fire de 4 cilindros e 75 cv.

A transmissão GSR é uma tecnologia mais avançada que a Dualogic
A transmissão GSR é uma tecnologia mais avançada que a Dualogic

Bem equipado de série, o Mobi Drive GSR traz ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, vidros elétricos dianteiros e travas elétricas nas quatro portas, volante com ajuste de altura, maçanetas e retrovisores na cor do veículo e sistema de partida a frio — que dispensa o tanquinho auxiliar de gasolina. A versão passa a ser a mais cara do modelo, mas itens como desembaçador do vidro traseiro e sensor de estacionamento traseiro, entre tantos outros, são oferecidos em pacotes extras.


Durante o lançamento, fizemos um breve test drive no Fiat Mobi GSR para sentir as primeiras impressões da nova transmissão. As diferenças para o câmbio Dualogic são perceptíveis nas mudanças mais suaves de uma marcha para outra. Porém, nas saídas, a resposta é um pouco mais lenta que nas trocas com giro alto. Por sinal, quando em velocidades maiores, o câmbio mantém o motor em rotação elevada, uma característica esperada, uma vez que os 77 cv de potência máxima são despejados a 6.250 rpm. Mas no geral, o câmbio GSR oferece trocas mais suaves que o Dualogic, sem aqueles soluços constantes que a versão anterior produzia a cada mudança de marcha.

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