Grupo terrorista Hamas mantém reféns israelenses em zonas de combate: ‘Risco extremo’
Porta-voz dos terroristas desafia negociações, após grupo descumprir critérios do cessar-fogo com Israel
Internacional|Do R7, em Brasília

O grupo terrorista Hamas mantém metade dos reféns israelenses vivos em áreas de conflito ativo na Faixa de Gaza, segundo informações da agência de notícias russa Tass. A declaração partiu de Abu Ubaida, porta-voz das Brigadas Al-Qassam, braço armado da organização.
Em comunicado no Telegram, o representante do Hamas admitiu que os reféns permanecem em locais sob evacuação ordenada pelo Exército israelense.
“Decidimos não transferi-los para áreas seguras, apenas reforçamos a segurança ao redor. Mesmo assim, continuam em risco extremo”, afirmou. O terrorista exigiu que Israel negocie “imediatamente” a libertação ou evacuação dos capturados.
Em janeiro, Hamas e Israel estabeleceram um acordo dividido em três fases, com início em 19 de janeiro, prevendo cessar-fogo temporário e troca de reféns.
A primeira etapa foi concluída em 1º de março. No entanto, os terroristas descumpriram cláusulas pactuadas, o que levou à suspensão da segunda fase.
Retomada de operações
O governo israelense retomou operações militares na Faixa de Gaza em 18 de março. O gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu informou que a decisão ocorreu após o Hamas rejeitar propostas apresentadas por mediadores internacionais e pelo enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff.
O objetivo das ações, segundo autoridades israelenses, é garantir a libertação total dos reféns. O Hamas, por sua vez, responsabilizou Israel e os Estados Unidos pela volta dos combates.
Segundo os dados mais recentes divulgados por Israel, 59 pessoas ainda permanecem em cativeiro em Gaza.
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