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Câmara de BH aprova parceria da prefeitura para compra de vacinas

Projeto do prefeito Alexandre Kalil (PSD) precisa de ser votado mais uma vez; texto libera participação em consórcio de municípios

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7

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Grupo quer se unir para comprar vacinas
Grupo quer se unir para comprar vacinas

A Câmara de Belo Horizonte aprovou em primeiro turno, nesta quinta-feira (8), o projeto que autoriza a prefeitura se unir a outros municípios em um consórcio para a compra de vacinas contra a covid-19.

O documento, de autoria do prefeito Alexandre Kalil (PSD), precisa ser votado mais uma vez antes que entre em vigor. Há a possibilidade de que o tema já volte à pauta nesta sexta-feira (9).


O projeto de lei 71/2021 permite que Belo Horizonte faça adesão ao Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras) lançado em março pela FNP (Federação Nacional de Prefeitos). O documento prevê não apenas a compra de vacinas, mas também de “medicamentos, insumos e equipamentos na área da saúde para combate à pandemia”.

No texto, o prefeito Alexandre Kalil reafirma a preocupação com o avanço da covid-19 na cidade e alega que a situação exige “atitudes tempestivas” do Executivo e do Legislativo.


— Há urgente necessidade de vacinação em massa da população brasileira, não só para frear o colapso na área da Saúde, como também para retomar a atividade econômica, a geração de emprego e renda e o convívio social.

O texto não cita um número específico de imunizantes que seriam comprados. Em meados de março, Kalil prometeu comprar 4 milhões de doses da vacina russa Sputnik V, mas, após o imunizante ser rejeitado pela segunda vez pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a prefeitura passou a negociar com a Janssen e AstraZeneca.

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