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Trânsito na avenida Pedro 1º é liberado quase três meses após queda de viaduto

Passagem de veículos foi autorizada às 15h; uma faixa segue fechada

Minas Gerais|Do R7

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Limpeza da avenida foi concluída na noite de domingo
Limpeza da avenida foi concluída na noite de domingo

Quase três meses após a queda do Viaduto Batalha dos Guararapes, o trânsito na avenida Pedro 1º foi liberado nesta segunda-feira (22). A passagem de veículos foi autorizada às 15h, segundo a BHTrans. A tragédia matou duas pessoas no dia 3 de julho.

De acordo com a empresa, carros e ônibus poderão circular nos dois sentidos, entre a avenida João Samaha e rua Américo Gasparini, utilizando as faixas da busway, no sentido bairro/centro, e da pista mista, no sentido centro/bairro.


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As estações do Move que estavam fechadas também tiveram o atendimento retomado. Já a outra pista da Pedro 1º no trecho, além da avenida General Olímpio Mourão Filho, permanecerão interditadas "até a conclusão dos trabalhos".

Veja abaixo como fica o tráfego a partir desta segunda:


Sentido centro/bairro: a pista mista da avenida Pedro 1º, entre João Samaha e a rua Américo Gasparini, será liberada para o tráfego, e circularão por ali veículos particulares e ônibus. Haverá uma faixa segregada para circulação das linhas Move, que sairão da busway após a avenida João Samaha e retornarão à pista exclusiva próximo à rua Américo Gasparini. O acesso à região do bairro Planalto deverá ser feito pela rua Ely Murilo Cláudio e o acesso à região do bairro São João Batista permanece pelo viaduto João Samaha.

Sentido bairro/centro: na avenida Pedro 1º, a partir da rua Américo Gasparini, veículos particulares e ônibus utilizarão a busway até a altura da rua João Samaha, onde os carros retornam à pista mista e as linhas Moveseguem pela pista exclusiva. Haverá uma faixa segregada para circulação das linhas Move. Para motoristas da região do Planalto, o acesso ao centro segue pela avenida Cristiano Guimarães até a Pedro 1º e pela avenida Portugal.


Ministério Público culpa empresas

O Ministério Público de Minas Gerais quer que as empresas responsáveis pelo projeto e execução da obra do viaduto devolvam o dinheiro gasto na construção da estrutura. As duas alças custaram cerca de R$ 10 milhões.

Apesar de o prefeito Marcio Lacerda ter dito que não há planos para um novo elevado na avenida Pedro 1º, a Sudecap pediu prazo de um mês para decidir o que vai ser feito.

Mesmo que novas obras sejam descartadas, o promotor Eduardo Nepomuceno garante que a Cowan e a Consol irão arcar com o gasto da obra que desabou.

— Se a opção não for reconstrução, nós vamos perseguir a devolução do que foi gasto, cobrando também eventuais prejuízos para a sociedade.

Tanto a Consol quanto a Cowan não se manifestaram sobre a possibilidade de devolver o valor da construção.

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