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Citroën começa produção do Basalt em Porto Real/RJ

Vimos de perto a produção do SUV cupê que estreia nos próximos dias no Brasil

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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Citroën/Divulgação
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A Stellantis já iniciou a produção em série do Basalt, terceiro modelo de uma nova fase para a marca no Brasil. Feito em Porto Real/RJ, o novo SUV cupê estreia será lançado nos proximos dias para completar a família C-Cubed. O R7-Autos Carros visitou a planta Fluminense que produz em série o C3 hatch, C3 Aircross e o Basalt além do C4 Cactus. Desde 2011, R$ 10 bilhões já foram investidos nesta fábrica. Depois do Basalt, a fábrica irá se preparar para fazer um novo SUV com motor híbrido e as apostas recaem sobre o Jeep Avenger.

Citroën/Divulgação
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Com os R$ 3 bilhões que serão investidos nos próximos anos, somados aos aportes feitos no Polo Automotivo de Porto Real desde 2011, a planta automotiva sul fluminense terá recebido mais de R$ 13 bilhões em investimentos. O montante será destinado para o desenvolvimento e produção de novos produtos, e à modernização das instalações, sistemas e equipamentos da unidade industrial.


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O valor faz parte do ciclo de investimentos de R$ 32 bilhões anunciados pela Stellantis para América do Sul, o maior da história da indústria automotiva na região, para lançamento de 40 novos produtos, 8 powertrains, o desenvolvimento das novas tecnologias Bio-Hybrid, tecnologias inovadoras de descarbonização em toda a cadeia de suprimentos.

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A Stellantis conta com seis plantas na América do Sul sendo três na Argentina e três no Brasil e tem capacidade para 1,3 milhão de veículos por ano. Hoje a unidade produz uma média de apenas 216 veículos por dia, cerca de 4,7 mil por mês, mas já esteve bem abaixo disso há alguns anos.


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Em Porto Real já foram produzidos 1,8 milhão de veículos em 23 anos e mais de 370 mil veículos exportados. Hoje a unidade gera 5.000 empregos diretos. “Aqui já foram investidos desde 2011 mais de R$ 10 bilhões o que é um número bem relevante sendo a maior planta exportadora do estado do Rio de Janeiro”, disse Glauber Fullana, vice presidente de Manufatura da Stellantis.

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“Hoje nossa fábrica tem nível de automação acima dos 90% além de pintura e montagem que forma automatizados. Temos foco nas pessoas em todos os níveis de produção. Eu vim de outras plantas, já estive na planta de Pernambuco e Betim e temos em todas elas o foco no desenvolvimento de pessoas. Dentro do novo ciclo de R$ 3 bilhões para 2025 a 2030 nosso foco está no desenvolvimento de fornecedores permitindo que essa planta seja mais competitiva”, disse Francis Jorge, diretor da planta de Porto Real.


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Hoje há 10 fornecedores locais sendo 7 empresas no parque de fornecedores ao lado da fábrica e outros 10 estão em processo de negociação. A Stellantis mantém ainda uma escola dentro da fábrica com 20 alunos do curso de Operações Industriais que dura nove meses e funciona como qualificação profissional para esses alunos da região.

Gessanermotors/Reprodução
Gessanermotors/Reprodução Gessanermotors/Reprodução

“Estamos aqui para comemorar um ciclo mas também celebrar um novo ciclo. Fizemos muitas alterações de processo de qualidade e nível de automação para tornar essa fábrica mais competitiva. Em três anos temos três produtos totalmente novos que serão fundamentais para o futuro dessa marca”, disse Felipe Daemon, Vice-Presidente da Citroën América do Sul.


Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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