Fiat Toro 2027 ganha sistema híbrido em duas versões: veja o que muda
Picape líder do segmento ganha assistência eletrificada; agora, existem seis versões, mantendo motor flex e diesel
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Há dez anos, o mercado de picapes representava 13% das vendas e, hoje, representa 20%. E a Fiat Toro impulsionou o segmento que lidera até hoje. Na linha 2027, a picape média da Fiat ganha como maior novidade o sistema MHEV - híbrido leve - nas versões Volcano e Ultra, associado ao conhecido motor T270.
Sem mudanças visuais (a reestilização veio ano passado), a Fiat promete uma economia de até 12% na cidade e 11% de redução nas emissões.
Como funciona o sistema híbrido leve
O motor 1.3 T270 passa a funcionar com motor elétrico de 11,4kw e 65Nm combinado com conversor de 48V para 12V e baterias de íons de lítio de 0,85kw. Na prática, ele não traciona as rodas como no sistema híbrido dos Fiat Pulse e Fastback, mas é mais “parrudo” em função do motor maior.
Em momentos de desaceleração, frenagem ou quando parado no transito, o sistema elétrico reduz o esforço do motor flex o que ajuda na economia.

A solução é nova na linha Fiat, mas já é conhecida no grupo Stellantis dentro da gama Jeep pois já equipa o Renegade e também o Commander.

“Essa evolução foi constante nos últimos anos, e a Toro é peça fundamental no portfólio de picapes Fiat. Dentro do motor estamos sempre evoluindo em busca de eficiencia, na estrutura com introdução de aço de alta resistência para um veículo da plataforma small wide, e agora trazemos para a Fiat Toro flex o sistema híbrido leve”, disse Breno Kamei, vice presidente Senior de Marcas e Marketing da Stellantis

No consumo urbano, a Fiat Toro que tinha consumo de 6,5km/l passa a ter 7,3 enquanto com gasolina passa de 9,4 para 10,5km/l.

Novidades nos itens de série da Toro 2027
Enquanto as versões Endurance e Freedom não receberam mudanças além da adição da seta sequencial em LED, a versão Volcano que passa a ser híbrida leve ganha multimídia de 10 polegadas e itens já conhecidos da gama.

A Ultra passa a contar com mais itens do pacote ADAS como sensor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado além do seu conhecido visual com capota rígida e detalhes específicos da versão.

A Toro é uma picape de verdade. Carrega 1 tonelada, tem sistema 4x4 com capacidade real, não sendo apenas um ‘SUV de caçamba’, engate homologado para 750kg, são capacidades reais de uma picape com conforto de rodagem, baixo ruído, sistema suave no híbrido leve e tecnologia que introduzimos ano a ano no carro”, diz Alexandre Clemens, diretor de Marketing de Produto da Fiat.

A Fiat destaca ainda que na linha 2026, quando trouxe o facelift para a Toro, outras mudanças também foram introduzidas na linha.

Além da chegada do 2.2 Turbodiesel, o design da Toro foi repaginado, com grade em formato trapezoidal com temas geométricos e precisos, cortada por linhas retas e verticais. O conjunto óptico segue integralmente em full LED, posicionado acima das entradas de ar nas extremidades do para-choque. Esse efeito é acentuado pelo skidplate mais largo, que adiciona robustez ao conjunto.

Todas as versões contam com painel digital de 7” e multimídia de 10” a partir da Volcano e Ultra. Todas as versões ganharam freios a disco traseiro e também freio eletrônico de estacionamento.
A Fiat Toro tem 48% das vendas de picapes médias no Brasil enquanto a Rampage já tem 15% das vendas. As demais concorrentes são Ford Maverick e Renault Oroch. Em 2027 a Toro passará a conviver também com a Renault Niagara e também Volkswagen Tukan.
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