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Vai parar: Toyota suspenderá produção do Corolla por falta de peças

Linha de montagem do Corolla ficará paralisada entre os dias 14 e 18 de março

Autos Carros|Do R7

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Trabalhadores afetados só retornarão às atividades no próximo dia 21 de março
Trabalhadores afetados só retornarão às atividades no próximo dia 21 de março

A crise global devido à falta de semicondutores ainda segue prejudicando montadoras pelo mundo. Desta vez, a Toyota divulgou que suspenderá temporariamente a produção do Corolla em Indaiatuba, no interior de São Paulo, entre os dias 14 e 18 de março.

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Segundo a Toyota, a empresa tem se esforçado para não parar de produzir. “Apesar de todos os esforços que temos realizado ao longo do tempo para gerenciar a falta de insumos que afeta a cadeia de suprimentos global, provocada pela pandemia de Covid-19, uma parada neste momento é inevitável”, diz comunicado.

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Os trabalhadores afetados só retornarão às atividades no próximo dia 21 de março. A marca também informou que as unidades de São Bernardo do Campo, Porto Feliz e Sorocaba continuam a produzir normalmente.

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Crise dos semicondutores

A crise mundial por falta de semicondutores teve início com a pandemia de Covid-19, uma vez que a cadeia global de produção de componentes e chips eletrônicos mudou de estratégia para atender ao forte crescimento das vendas de eletrônicos no mundo nesse período. Com isso, o setor automotivo, que esperava uma grave crise de demanda com os lockdowns, suspendeu encomendas desses equipamentos geralmente de origem asiática.


Unidades de São Bernardo do Campo, Porto Feliz e Sorocaba continuam a produzir normalmente
Unidades de São Bernardo do Campo, Porto Feliz e Sorocaba continuam a produzir normalmente

Contudo, com o crescimento das vendas de veículos, as fábricas de componentes eletrônicos não conseguiram dar conta da demanda do segmento automotivo. Por isso, os componentes demoram a chegar às fabricantes de automóveis, o que tem comprometido a produção de carros.

*Em colaboração Felipe Salomão

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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