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Americano que atuava na embaixada dos EUA deixa hoje o Brasil após reação do Itamaraty

Michael Myers trabalhava como adido policial na embaixada norte-americana em Brasília e teve credenciais retiradas

Natália Martins|Natália MartinsOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Michael Myers, oficial da HSI, deixa o Brasil após ter suas credenciais retiradas pelo Itamaraty.
  • Ele trabalhava como adido policial na embaixada dos EUA em Brasília desde 2024.
  • A decisão segue o princípio da reciprocidade após a expulsão de um oficial da Polícia Federal nos EUA.
  • A tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos aumentou devido a estas ações recentes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Itamaraty aplicou o princípio da reciprocidade e retirou credenciais de acesso do policial Agência Brasil/Arquivo

Michael Myers é oficial da HSI, uma agência de investigação de tráfico de pessoas e contrabando de migrantes ligada ao ICE, o serviço de imigração e alfândega dos Estados Unidos. Myers trabalhava como adido policial na embaixada dos Estados Unidos, em Brasília, desde 2024.

O Itamaraty, assim como a Polícia Federal, aplicou o princípio da reciprocidade e retirou credenciais de acesso do policial que trabalhava em cooperação no Brasil. Assim como os EUA retiraram as credenciais do delegado de Polícia Federal que atuava na HSI/ICE, na Flórida, e trabalhou em cooperação para a prisão do ex-Diretor Geral da Abin, Alexandre Ramagem, no começo de abril.


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Myers saiu da embaixada na quarta-feira (22) e, nesta sexta (24), deixa o Brasil, por determinação do Itamaraty. A decisão foi informada à encarregada de negócios da embaixada dos EUA, Kimberly Kelly, em reunião na terça-feira (21).

O outro oficial, que atua em cooperação dentro da Interpol, na Polícia Federal, deve aguardar negociações diplomáticas entre os países.


A tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos aumentou depois da suposta expulsão de Marcelo Ivo, oficial de ligação da Polícia Federal que atuava na Flórida, na última semana.

Por uma rede social, o Departamento de Estado afirmou que Marcelo teria atuado em perseguição política dentro dos Estados Unidos e manipulado o sistema migratório.


Marcelo Ivo retornou ao Brasil no início da semana por determinação do Diretor Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, depois de chegar ao trabalho e perceber que tinha as credenciais de acesso aos sistemas bloqueadas.

Andrei nomeou a delegada Tatiana Torres para o lugar de Ivo até que se apurasse a situação. A vaga brasileira, no entanto, é incerta. Tatiana só iria assumir o cargo em julho, mas a PF já não sabe se vai mandá-la ou não.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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