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Quarta Instância

Limites das pesquisas eleitorais: TSE retomará julgamento após diálogo com institutos

Reunião ainda não tem data; análise do caso está suspensa por pedido de vista da ministra Estela Aranha

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O TSE vai retomar o julgamento sobre limites metodológicos das pesquisas eleitorais após reunião do ministro Nunes Marques com institutos de pesquisa.
  • O julgamento foi suspenso após pedido de vista da ministra Estela Aranha, com placar provisório de 1 a 0 para manter a suspensão da divulgação da pesquisa do Instituto AtlasIntel.
  • O ministro Dias Toffoli criticou as restrições excessivas aos institutos, afirmando que pesquisas devem medir, e não moldar, a opinião pública.
  • O ministro André Mendonça vê a interrupção como uma oportunidade para diálogo entre a Corte e as empresas de pesquisa eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

TSE vai julgar se mantém decisão do ministro Nunes Marques, que suspendeu divulgação de pesquisa Rosinei Coutinho/STF - 23.10.2025

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve retomar o julgamento que definirá os limites metodológicos das pesquisas eleitorais para as eleições somente após uma reunião do ministro Nunes Marques, presidente da Corte, com institutos de pesquisa, ocasião que ainda não tem data.

Na terça-feira (9), o TSE suspendeu o julgamento que decidiria sobre manter ou derrubar decisão do ministro Kassio Nunes Marques, que suspendeu a divulgação da mais recente pesquisa do Instituto AtlasIntel. O levantamento apontava uma queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).


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A análise do caso foi interrompida após um pedido de vista (mais tempo para análise) feito pela ministra Estela Aranha. O placar provisório está em 1 a 0 para manter a suspensão.

Discussão

O ministro Dias Toffoli adotou uma postura crítica em relação ao excesso de restrições aos institutos.


Embora tenha optado por não antecipar formalmente o seu voto, Toffoli argumentou que os levantamentos devem servir para medir a opinião pública, e não para moldá-la, alertando que a decisão da Corte terá impacto imediato em todas as campanhas.

“Quanto mais proibição, mais tutela ao eleitor. Eu deixaria as pesquisas livres se eu fosse parlamentar, mas parlamentar não sou”, afirmou Toffoli.


O ministro André Mendonça destacou que a interrupção do julgamento será uma oportunidade para estreitar o diálogo entre a Corte e as empresas de pesquisa eleitoral.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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