Ministros que vão comandar TSE em outubro defendem eleições indiretas no Rio de Janeiro
Nunes Marques e André Mendonça se colocam a favor de que deputados estaduais escolham governador-tampão
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça, que vão comandar o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nas eleições de outubro, entendem que as eleições para um mandato-tampão no Rio de Janeiro até o fim de 2026 devem ser indiretas.
O entendimento deles vai de acordo com o que foi decidido pela corte eleitoral em março, quando o TSE condenou o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) por abuso de poder político e econômico e o tornou inelegível até 2030.
Naquele julgamento, o TSE decidiu que a eleição para um mandato-tampão no RJ deveria ser de forma indireta, com a votação sendo conduzida pela Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro).
Nesta quarta-feira (8), o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) vai decidir se essa eleição deve ser direta (mediante voto dos eleitores) ou indireta (por escolha dos deputados estaduais).
O STF chegou a julgar o caso no plenário virtual e formar maioria pela eleição indireta. Defenderam esse entendimento Luiz Fux, Cármen Lúcia, Nunes Marques, André Mendonça, Dias Toffoli e Edson Fachin.
No entanto, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin divergiram, apoiando uma eleição direta, com voto popular.
Esse julgamento, contudo, foi zerado após Zanin apresentar um pedido de destaque, levando a análise do caso para o plenário presencial.
✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp














