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Quarta Instância

Ministros que vão comandar TSE em outubro defendem eleições indiretas no Rio de Janeiro

Nunes Marques e André Mendonça se colocam a favor de que deputados estaduais escolham governador-tampão

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça defendem eleições indiretas para mandato-tampão no Rio de Janeiro até 2026.
  • Decisão do TSE em março considerou Cláudio Castro inelegível até 2030 por abuso de poder político e econômico.
  • O STF irá decidir sobre a forma das eleições: direta ou indireta, após julgamentos com opiniões divergentes entre os ministros.
  • A votação será conduzida pela Alerj, caso a escolha seja por eleição indireta, conforme entendimento do TSE.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nunes Marques e André Mendonça
Nunes Marques e André Mendonça estarão à frente do TSE nas eleições Montagem - Rosinei Coutinho/STF e Gustavo Moreno/STF

Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça, que vão comandar o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nas eleições de outubro, entendem que as eleições para um mandato-tampão no Rio de Janeiro até o fim de 2026 devem ser indiretas.

O entendimento deles vai de acordo com o que foi decidido pela corte eleitoral em março, quando o TSE condenou o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) por abuso de poder político e econômico e o tornou inelegível até 2030.


Naquele julgamento, o TSE decidiu que a eleição para um mandato-tampão no RJ deveria ser de forma indireta, com a votação sendo conduzida pela Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro).

Nesta quarta-feira (8), o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) vai decidir se essa eleição deve ser direta (mediante voto dos eleitores) ou indireta (por escolha dos deputados estaduais).


O STF chegou a julgar o caso no plenário virtual e formar maioria pela eleição indireta. Defenderam esse entendimento Luiz Fux, Cármen Lúcia, Nunes Marques, André Mendonça, Dias Toffoli e Edson Fachin.

No entanto, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin divergiram, apoiando uma eleição direta, com voto popular.


Esse julgamento, contudo, foi zerado após Zanin apresentar um pedido de destaque, levando a análise do caso para o plenário presencial.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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