Apesar dos sinais contrários pós-Messias, cúpula do PT em Minas ainda espera Pacheco
Reprovação do nome de Jorge Messias ao STF colocou dúvidas sobre o papel do senador em derrota do governo
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Apesar de todas as fissuras causadas pela rejeição histórica do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, à vaga do STF (Supremo Tribunal Federal), a cúpula do PT de Minas Gerais ainda nutre expectativas sobre uma candidatura de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) ao governo do estado.
A derrota de Messias colocou dúvidas sobre o papel que Pacheco teve na articulação contra o ministro de Lula e azedou a relação entre Palácio do Planalto e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
Desde o começo, o Senado queria que Rodrigo Pacheco fosse escolhido por Lula para o STF. O presidente, porém, preferiu o AGU e passou a tentar emplacar o senador ao pleito pelo governo mineiro. Desde o ano passado, em agendas públicas, Lula manifesta o desejo de ter Pacheco na disputa ao executivo do estado.
Mesmo que a relação esteja fragilizada, na avaliação de dirigentes do PT mineiro, Pacheco “vem dando sinais mais claros de que pode ser candidato ao governo”. A aliados, o senador diz que deve decidir se concorre ou não até o fim deste mês.
Para a presidente do PT em Minas Gerais e deputada estadual Leninha, a “rejeição de Messias pelo Congresso não necessariamente muda o cenário de Minas Gerais”.
“Por enquanto eu acredito que o Pacheco deve se decidir por concorrer ao governo antes de voltar a pensar nessa vaga do STF. Por aqui, vamos aguardar o Pacheco e caso ele não venha a ser pré-candidato, nós vamos buscar outra alternativa junto com os aliados do Lula em Minas Gerais”, explicou.
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