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Apesar dos sinais contrários pós-Messias, cúpula do PT em Minas ainda espera Pacheco

Reprovação do nome de Jorge Messias ao STF colocou dúvidas sobre o papel do senador em derrota do governo

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A cúpula do PT em Minas Gerais aguarda a decisão de Rodrigo Pacheco sobre sua candidatura ao governo do estado.
  • A rejeição de Jorge Messias como ministro da AGU levantou dúvidas sobre a atuação de Pacheco na articulação política.
  • Apesar da relação fragilizada entre Pacheco e o Palácio do Planalto, dirigentes do PT acreditam que ele pode ser candidato.
  • A presidente do PT em Minas, Leninha, afirma que a rejeição de Messias não altera o cenário político estadual.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aliados do governo avaliam que Pacheco teve papel em rejeição de Messias no Senado Roque de Sá/Agência Senado - arquivo

Apesar de todas as fissuras causadas pela rejeição histórica do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, à vaga do STF (Supremo Tribunal Federal), a cúpula do PT de Minas Gerais ainda nutre expectativas sobre uma candidatura de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) ao governo do estado.

A derrota de Messias colocou dúvidas sobre o papel que Pacheco teve na articulação contra o ministro de Lula e azedou a relação entre Palácio do Planalto e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).


Desde o começo, o Senado queria que Rodrigo Pacheco fosse escolhido por Lula para o STF. O presidente, porém, preferiu o AGU e passou a tentar emplacar o senador ao pleito pelo governo mineiro. Desde o ano passado, em agendas públicas, Lula manifesta o desejo de ter Pacheco na disputa ao executivo do estado.

Mesmo que a relação esteja fragilizada, na avaliação de dirigentes do PT mineiro, Pacheco “vem dando sinais mais claros de que pode ser candidato ao governo”. A aliados, o senador diz que deve decidir se concorre ou não até o fim deste mês.


Para a presidente do PT em Minas Gerais e deputada estadual Leninha, a “rejeição de Messias pelo Congresso não necessariamente muda o cenário de Minas Gerais”.

“Por enquanto eu acredito que o Pacheco deve se decidir por concorrer ao governo antes de voltar a pensar nessa vaga do STF. Por aqui, vamos aguardar o Pacheco e caso ele não venha a ser pré-candidato, nós vamos buscar outra alternativa junto com os aliados do Lula em Minas Gerais”, explicou.

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