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MEC recria grupo que debate bullying no mesmo dia de ataque em escola do Acre

Entre 2001 e 2025, pasta registrou 47 casos de violência extrema em escolas, segundo boletim técnico acessado pelo R7 Planalto

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O MEC recriou um grupo de trabalho para debater bullying após um ataque em escola no Acre que resultou em mortes.
  • Entre 2001 e 2025, foram registrados 47 casos de violência extrema em escolas, com 177 vítimas.
  • O grupo visa validar documentos e planejar ações de enfrentamento à violência nas escolas.
  • A pasta também apoia iniciativas nos estados e municípios para prevenir e enfrentar situações de violência escolar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Brasil já registrou 56 mortes e 121 feridos em ataques em escolas desde 2001 Marcelo Camargo/Agência Brasil - arquivo

No mesmo dia em que o Brasil registrou um ataque a tiros dentro do Instituto São José, uma escola em Rio Branco, no Acre, que deixou duas servidoras mortas e outros dois feridos na terça-feira (5), o MEC (Ministério da Educação) recriou um grupo de trabalho técnico que elabora estudos, debates e propostas de enfrentamento ao bullying, preconceito e discriminação no ambiente escolar.

Segundo dados de boletim técnico do programa Escola que Protege, entre 2001 e 2025, a pasta registrou 47 casos considerados de violência extrema, com 177 vítimas (56 fatais e 121 feridas).


De acordo com o documento, “a maioria dos autores era do sexo masculino, frequentemente influenciada por comunidades extremistas on-line”.

Questionado sobre a retomada do Grupo de Trabalho, o MEC disse que a restituição tem a finalidade de validar os documentos produzidos ao longo de suas atividades.


“Está prevista a realização de reunião com os membros natos para a apreciação do relatório final e o encerramento formal dos trabalhos”, informou.

A pasta acrescentou que “incentiva e acompanha iniciativas de enfrentamento ao bullying desenvolvidas por estados e municípios, além de atuar no fortalecimento das redes de ensino para a prevenção e o enfrentamento da violência nas escolas, por meio do Programa Escola que Protege”.


“A iniciativa contempla a formação continuada de profissionais da educação, o apoio à elaboração de planos de prevenção e resposta a situações de violência, bem como a assessoria às redes de ensino em casos de ataques de violência extrema”, pontua.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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