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AGU diz que conversa com Fachin após afastamento de chefe da PF foi ‘institucional e republicana’

Os dois se reuniram com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, nesta terça-feira

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • AGU afirma que reunião com ministro Edson Fachin foi "institucional" e "republicana".
  • Reunião de emergência ocorreu devido à crise após afastamento de chefes da Polícia Federal.
  • Decisão de afastamento foi reação a relatórios de monitoramento envolvendo o ministro André Mendonça.
  • AGU prepara recurso para reverter decisão, alegando violação de competência constitucional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

AGU prepara um recurso para tentar reverter a decisão do ministro André Mendonça Lula Marques/Agência Brasil - 29.04.2026

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta terça-feira (8) que a reunião que teve com o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, foi “institucional” e “republicana”. A declaração foi dada a jornalistas após o encontro.

Os dois se reuniram com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva. A conversa durou meia hora.


A reunião de emergência ocorreu em meio ao agravamento da crise institucional após a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada.

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O afastamento de Andrei ocorreu após Mendonça ser alvo de relatórios de monitoramento da corporação e reagir determinando a suspensão dos dirigentes e a abertura de investigações.


A medida gerou forte reação entre setores do governo e a Corte, elevando a pressão sobre Fachin para buscar uma saída institucional que contenha a escalada do conflito entre o Judiciário e os órgãos de segurança.

Recurso

A AGU prepara um recurso a ser apresentado ainda nesta terça-feira para tentar reverter a decisão de André Mendonça.


A estratégia da AGU é focar no argumento de violação de competência constitucional, com a alegação de que a determinação de Mendonça invadiu uma prerrogativa exclusiva do presidente da República — a quem cabe nomear e exonerar ocupantes de cargos no Poder Executivo.

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