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Crime organizado perde R$ 483 milhões após operação coordenada pelo governo federal

Ação resultou em 909 prisões, apreensão de drogas e bloqueio de bens ligados a facções criminosas

Brasília|Luiza Marinho*, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Operação Renorcrim Recupera resultou em prejuízo de R$ 483 milhões às facções criminosas.
  • Durante 26 dias, foram realizadas 909 prisões e apreensões de 723 kg de drogas e 110 armas de fogo.
  • O governo lançou o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, com investimentos bilionários para combater as facções.
  • Serão destinados R$ 1,06 bilhão e criada uma linha de crédito de R$ 10 milhões para fortalecer a segurança pública local.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Operação priorizou o bloqueio de bens e ativos, além de focar em investigações patrimoniais Divulgação/PCRS - 12.05.2026

O governo federal divulgou, nesta terça-feira (12), o balanço da primeira edição da Operação Renorcrim Recupera. A ação nacional de combate ao crime organizado provocou um prejuízo estimado em R$ 483 milhões às facções criminosas de todo o país.

Coordenada pela Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), a ofensiva ocorreu entre os dias 13 de abril e 8 de maio.


Ao longo do período, 909 pessoas foram presas. Também foram apreendidos 723 kg de drogas e 110 armas de fogo. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a atuação integrada priorizou o bloqueio judicial de bens e ativos vinculados ao crime organizado, além de focar em investigações patrimoniais e financeiras.

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De acordo com o governo federal, a estratégia busca atingir diretamente a sustentação econômica das facções, reduzindo sua capacidade de expansão, operação e influência.


Governo lança programa contra facções

O balanço da operação foi divulgado no mesmo dia em que o Palácio do Planalto lançou o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, iniciativa que prevê investimentos bilionários para combater o crime organizado no país.

A medida promete implementar um padrão de segurança máxima em 138 unidades prisionais e será estruturada em quatro eixos estratégicos, voltados ao enfrentamento das estruturas econômicas, operacionais e territoriais das facções.


Segundo o Executivo, serão destinados R$ 1,06 bilhão em recursos diretos da União. Além disso, será criada uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para estados, municípios e Distrito Federal, com o objetivo de fortalecer ações locais de segurança pública.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Letícia de Souza, editora de texto.

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