Governo e BID fazem parceria para desburocratizar exportações
Carta de intenções foi assinada em Brasília para facilitar o comércio e promover as exportações brasileiras
Brasília|Deborah Hana Cardoso, da Record TV, em Brasília

O governo federal e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram nesta segunda-feira (6) uma carta de intenções para facilitar o comércio e promover as exportações brasileiras. O documento foi assinado na Vice-Presidência da República, em Brasília.
As iniciativas contarão com um investimentos R$ 5 milhões do BID, a fundo perdido, ou seja, em valores não-reembolsáveis.
De acordo com o vice-presidente e ministro da Indústria, Desenvolvimento e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, o efeito do acordo – que visa a desburocratização – é, ao mesmo tempo, imediato e gradual. "A expectativa deste convênio com o BID, e o que estava sendo feito, é que tenhamos até 2040, US$ 130 bilhões em aumento do PIB [produto interno bruto]", afirmou o vice-presidente.
O BID apoiará também a implementação do Programa Portal Único de Comércio Exterior por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). "O BID é um banco interamericano e o comércio na região é menor do que em outras localidades devido às dificuldades. Não podemos exportar dificuldades e custos", disse Ilan Goldfajn, presidente do banco.
O programa reúne cinco órgãos: Ministério da Agricultura, Anvisa, ANP, Ibama e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
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Além do apoio ao programa de desburocratização, o BID apoiará a nova Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE), que visa difundir a cultura exportadora entre os micro, pequenos e médios empresários. "É difícil exportar quando você é pequeno. Quando você exporta com pequenos e médios, você diversifica", disse Ilan Goldfajn.















