Justiça aceita pedido de interdição de FHC e nomeia filho como curador
Aos 94 anos, ex-presidente tem diagnóstico de Alzheimer avançado
Brasília|Joana Pae, do R7, em Brasília
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O TJSP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) acatou um pedido dos filhos de Fernando Henrique Cardoso para interdição do ex-presidente da República. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (15).
A partir da publicação, um dos filhos, Paulo Henrique Cardoso, passa a ser curador provisório e responsável pela gestão de patrimônio de FHC, que está com 94 anos e tem diagnóstico de Alzheimer avançado.
Segundo a decisão, Paulo Henrique foi escolhido “ante a anuência dos demais irmãos e sinais da confiança depositada pelo requerido ao ora nomeado, constando como seu procurador”.
No prazo de 15 dias, um curador será oficialmente nomeado.
O legado de FHC
Fernando Henrique Cardoso foi eleito presidente do Brasil em 1994 e reeleito em 1998.
Antes de chegar à chefia do Poder Executivo, ocupou cargos importantes, como ministro da Fazenda durante o governo de Itamar Franco.
Uma das marcas de sua trajetória foi a implementação do Plano Real, que combateu a hiperinflação e introduziu a moeda usada no país até os dias de hoje.
Nascido no Rio de Janeiro, em 1931, Fernando Henrique Cardoso tem formação de sociólogo pela USP (Universidade de São Paulo), onde se tornou professor. Na década de 1960, em exílio pelo regime militar, FHC lecionou em universidades no Chile, na França e nos Estados Unidos.
Após entregar a presidência a Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, continuou presente no debate político, escrevendo livros e artigos sobre democracia e políticas públicas.
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