Flávio diz que pediu a Trump para EUA não taxarem empresas brasileiras: ‘Não é justo’
O pré-candidato à presidência da República esteve nos EUA na última semana, em reunião com o presidente norte-americano
Brasília|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Após o anúncio de Washington sobre a intenção de estabelecer tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) publicou video em sua conta no X afirmando que pediu “expressamente” para que o governo americano que não taxasse mercadorias do Brasil.
“É um pedido que eu fiz expressamente a eles. Porque eu disse o seguinte: ‘a partir de 2027, vocês vão ter um governo que vai sentar aqui com vocês e vai negociar de igual para igual, porque o nosso agro alimenta o mundo. Não é justo taxar nossas empresas”, disse Flávio, que esteve em reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump, na semana passada.
Leia Mais
O senador também criticou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que o petista “conseguiu ganhar a desconfiança do governo americano”.
“Eles (governo americano) não confiam no Lula, porque ele sai de lá (EUA) pedindo primeiro para não combater facções criminosas. Os caras já pensam: ‘Pô, mas pera lá, que presidente é esse? Estamos aqui oferecendo uma ajuda, uma cooperação e o presidente do Brasil sai daqui pedindo o contrário para defender bandido? terrorista?’. E pior, sai de lá e vem aqui ‘cantar de galo’, falar mal do Trump no Brasil, vomitar um sentimento antiamericano a todo o momento”, declarou Flávio, que acusou Lula de “menosprezar a maior democracia do mundo”.
Novo tarifaço
O governo americano anunciou, na madrugada desta terça-feira (2), que estuda aplicar uma tarifa extra de 25% sobre a importação de produtos brasileiros como resposta a práticas comerciais consideradas desleais.
A proposta decorre de uma investigação aberta em julho de 2025 pelo USTR (Representação Comercial dos Estados Unidos, na sigla em inglês), que analisou políticas brasileiras nos setores digital, financeiro, ambiental e de propriedade intelectual.
O órgão americano classificou determinados atos e políticas do Brasil como “irracionais”, sob o argumento de que eles sobrecarregam e restringem o comércio dos EUA. Segundo o documento, o Brasil tem até o dia 15 de julho para adotar medidas corretivas antes da aplicação definitiva das taxas.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp













