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Responsável por pesquisa suspensa pelo TSE defende reputação do instituto após ataques

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu a divulgação da última pesquisa do instituto

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, defendeu a reputação do instituto após suspensão de pesquisa pelo TSE.
  • O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu a divulgação da pesquisa que mostrava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro.
  • Roman destacou a neutralidade do instituto e mencionou episódios passados para reforçar a integridade da AtlasIntel.
  • A AtlasIntel deve apresentar documentação técnica complementar ao TSE em dois dias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mais cedo, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, suspendeu pesquisa que apontou uma queda de Flávio Bolsonaro  Luiz Roberto/TSE/Arquivo

O CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, foi às redes sociais para fazer uma defesa enfática da integridade e do histórico de sua empresa.

Tomando como gancho o desempenho do instituto no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 na Colômbia, o executivo rebateu as críticas e reafirmou o pioneirismo global da marca.


Mais cedo, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão da divulgação e dos desdobramentos da mais recente pesquisa do Instituto AtlasIntel, que apontou uma queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

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A publicação ocorreu logo após a revelação de conversas gravadas entre o parlamentar e o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.


Em seu desabafo, o CEO ressaltou que a AtlasIntel já virou alvo recorrente de diferentes espectros políticos sempre que os números divulgados contrariam interesses partidários. Ele relembrou episódios anteriores para demonstrar a neutralidade do instituto:

  • Ataques da esquerda: Ocorreram em 2022, quando a AtlasIntel foi criticada por apontar a força eleitoral de Jair Bolsonaro no Brasil e de Donald Trump nos Estados Unidos.
  • Ataques da direita: Aconteceram quando o instituto antecipou a derrota de Viktor Orbán na Hungria.

“A reputação se constrói lentamente, a partir de um trabalho árduo. A realidade que se impõe hoje é que não existe uma empresa de pesquisa a nível global com a trajetória que a AtlasIntel construiu”, afirmou Andrei Roman.


O ministro determinou que a AtlasIntel se abstenha de promover nova divulgação, impulsionamento, republicação ou manutenção da pesquisa em seus canais oficiais.

Além disso, a empresa deve apresentar, no prazo de dois dias, documentação técnica complementar, incluindo os registros técnicos.

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